Botafogo aguarda aprovação dos credores para concluir venda da SAF ao grupo GDA Luma
Financiamento e dívida bilionária ajudam a explicar por que a negociação terá preço simbólico A venda da SAF do Botafogo à GDA Luma ainda depende da aprovação do plano de recuperação judicial no Rio de Janeiro.
O clube social já concentra 99,18% das ações, o que facilita a negociação.
A empresa do mexicano Gabriel de Alba já investe na operação, mas ainda não assumiu formalmente o controle.
O desenho da operação ajuda a entender o valor simbólico previsto para a compra.
Além do preço das ações, a transação envolve o financiamento de uma empresa que precisa renegociar dívidas e sustentar suas atividades.
A lista de outubro reúne aproximadamente R$ 1,163 bilhão em créditos sujeitos à recuperação.
SAF do Botafogo O Botafogo ampliou sua participação após a Eagle Bidco abrir mão de acompanhar o aumento de capital aprovado em 24 de setembro.
A antiga controladora comunicou a decisão em 22 de outubro, segundo nota do clube.
Com o encerramento do prazo de preferência, o associativo subscreveu as ações restantes em 25 de outubro.
Com isso, a composição passou a ser de 99,18% para o clube social e 0,82% para a Eagle .
Antes desse aumento, a divisão era de 51% e 49%, respectivamente.
A operação previa 200 milhões de novas ações, a R$ 0,01 cada.
Isto é, o total de R$ 2 milhões tinha como finalidade imediata ajudar no pagamento da folha salarial.
Vale destacar que a compra pretendida pela GDA e os recursos que a empresa já disponibiliza ao clube fazem parte de outra etapa da reorganização.
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