“Quem fez vai ser desmascarado”: Lula fala sobre caso Master em comício com 20 mil pessoas em Curitiba
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, reuniu cerca de 20 mil pessoas em um comício na Boca Maldita , no Centro de Curitiba, na manhã deste sábado (12).
O público ocupou também trechos da Rua XV de Novembro durante o ato, que integra a agenda de campanha para as Eleições 2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de comício na Boca Maldita, em Curitiba, durante agenda de campanha para as Eleições 2026.
Segundo a assessoria da campanha, cerca de 20 mil pessoas acompanharam o ato.
Lula esteve acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e dividiu o palco com o candidato ao Governo do Paraná, Requião Filho (PDT), e os candidatos ao Senado Gleisi Hoffmann (PT) e Dr.
Rosinha (PT).
Lideranças políticas, candidatos e apoiadores de diferentes regiões do Paraná também participaram da mobilização.
Durante o discurso, que durou cerca de uma hora, Lula abordou temas como o caso Banco Master, educação, saúde, políticas sociais, mulheres, petróleo, soberania nacional e as eleições de outubro.
Lula fala sobre caso Banco Master durante comício em Curitiba Durante o discurso, Lula se manifestou sobre o caso Banco Master, que envolve o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e passou a atingir também ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula defendeu que as investigações sejam aprofundadas e que os documentos do caso sejam tornados públicos para que seja possível identificar eventuais responsáveis por irregularidades.
O presidente afirmou que ninguém deve ser protegido por ocupar um cargo público e comparou a necessidade de investigação de autoridades à postura que, segundo ele, seu governo adotou em outras investigações.
“E que vale para mim? E que vale para o meu filho? E que vale para qualquer ministro da Suprema Corte?” disse Lula, ao defender que pessoas eventualmente envolvidas em irregularidades sejam responsabilizadas.
O presidente também afirmou que ministros do STF devem manter um padrão de comportamento elevado e disse que eventuais envolvidos devem ser investigados.
A fala ocorre em meio à crise no STF provocada pela divulgação de documentos da investigação sobre o Banco Master.
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