Selic & Juros: a matemática que manda a empresa brasileira não crescer
Mesmo em queda, a Selic segue proibitiva. Menos de 10 empresas da Bovespa crescem mais que os juros
O mercado reagiu à queda do juros com alívio. Tanto a Selic quanto os juros futuros estão em queda. Apesar disso, essa não é a taxa que aparece na proposta que o gerente do banco manda para o dono de uma empresa média brasileira. No mesmo mês em que divulgou o corte, o Banco Central informou que a taxa média do crédito livre para pessoas jurídicas em julho foi de 25,4% ao ano, e que ela subiu 1,1 ponto percentual em relação a junho.
A conta que interessa ao empresário começa aí, porque quem toma dinheiro a 25,4% ao ano precisa que o negócio renda mais do que isso para a operação fazer sentido. E 25,4% ao ano significa dobrar de tamanho a cada três anos.
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