segunda-feira, 14 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Mercadante rebate proposta de dividir BNDES em duas instituições Além da estética: para que serve o pino metálico nos bolsos da calça jeans? Seu iPhone vai mudar: Apple libera o iOS 27; veja modelos compatíveis Anthropic mira consultores financeiros com nova ferramenta do Claude Microsoft elabora código de conduta para manter sua IA sob controle humano Lagarde alerta que Europa enfrenta risco sem precedentes de ficar isolada da IA IA será pausada? O que chefões, China e EUA falaram sobre 'ameaça global' CEO da OpenAI pede freio na IA e coordenação global contra riscos Alemanha diz que interromper desenvolvimento da IA não é "viável" Trump diz que EUA têm meios para garantir segurança da IA; preocupações fazem parte de "conspiração doentia" Mercadante rebate proposta de dividir BNDES em duas instituições Além da estética: para que serve o pino metálico nos bolsos da calça jeans? Seu iPhone vai mudar: Apple libera o iOS 27; veja modelos compatíveis Anthropic mira consultores financeiros com nova ferramenta do Claude Microsoft elabora código de conduta para manter sua IA sob controle humano Lagarde alerta que Europa enfrenta risco sem precedentes de ficar isolada da IA IA será pausada? O que chefões, China e EUA falaram sobre 'ameaça global' CEO da OpenAI pede freio na IA e coordenação global contra riscos Alemanha diz que interromper desenvolvimento da IA não é "viável" Trump diz que EUA têm meios para garantir segurança da IA; preocupações fazem parte de "conspiração doentia"
Política

Cezinha, aliado de Mendonça, fez vídeo há 3 dias relatando furto de celular; operação pode ter vazado

Revista Fórum ·
Cezinha, aliado de Mendonça, fez vídeo há 3 dias relatando furto de celular; operação pode ter vazado

A intrigante coincidência cronológica que antecedeu a deflagração da terceira etapa da Operação Transparência pela Polícia Federal nesta segunda-feira (14) acendeu um sinal de alerta de grandes proporções nos bastidores políticos do Distrito Federal e nos corredores do Supremo Tribunal Federal.

O pivô e principal investigado na ação, o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP), utilizou suas redes sociais apenas 72 horas antes de ver os agentes federais à sua porta para postar um depoimento dramático, no qual relatava ter tido o aparelho celular sumariamente subtraído durante um deslocamento pela Avenida Paulista, em São Paulo.

A versão apresentada pelo parlamentar bolsonarista, que argumentou ter sido vítima de assaltantes ágeis, capazes de invadir suas contas bancárias, alterar senhas e vasculhar aplicativos em questão de 15 minutos, passou a ser analisada com severa reserva pelos investigadores.

O ponto cego da narrativa reside no cronograma judicial: a ordem formal que autorizou a varredura contra Cezinha foi chancelada pelo ministro Flávio Dino no dia 5 de setembro, exatamente seis dias antes da data em que o político sustenta ter sido despojado do eletrônico.

A disparidade de datas ganha traços de manobra defensiva, fomentando a forte suspeita de que a operação policial possa ter sofrido um grave vazamento prévio, permitindo a eliminação orquestrada de eventuais provas digitais sensíveis contidas no telefone.

A dimensão política do caso ganha contornos de ainda maior gravidade ao se examinar a estreita simbiose política e a notória relação de amizade entre Cezinha e o ministro André Mendonça, magistrado alçado à Corte por indicação de Jair Bolsonaro (PL).

Enquanto figura expressiva da bancada evangélica e representante do Ministério de Madureira da Assembleia de Deus, Cezinha atuou como um dos mais fervorosos fiadores e articuladores da sabatina que garantiu a posse de Mendonça no STF em 2021.

O trânsito desimpedido do deputado pelos gabinetes do tribunal e seu livre acesso aos bastidores do Judiciário alimentam a tese de que informações sigilosas sobre o avanço das apurações possam ter circulado indevidamente dentro da própria estrutura da Corte antes da chegada ostensiva da PF nas ruas.

No centro da apuração federal está um complexo e lucrativo balcão de negócios.

Cezinha de Madureira é formalmente investigado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de capitais e tráfico de influência junto a tribunais superiores.

As provas reunidas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal indicam que o grupo cobrava valores vultosos sob a promessa velada de interferir nos rumos de processos judiciais e assegurar despachos favoráveis em instâncias superiores da Justiça.

Ler a notícia completa no Revista Fórum ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.

Mais de Revista Fórum

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›