Filme da Netflix é um dos melhores de 2026 e merece sua atenção agora
No feriado desta segunda-feira, 7, nada melhor do que encaixar um bom filme no tempo livre.
Entre as opções disponíveis na Netflix, Criaturas Extraordinariamente Brilhantes se destaca como uma produção envolvente, divertida e carregada de emoção, capaz de transformar algumas horas no sofá em um momento leve para toda a família.
O longa, que vem sendo apontado como um dos melhores filmes de 2026, conquistou 85% de aprovação da crítica e 90% do público no Rotten Tomatoes.Baseado no livro homônimo de Shelby Van Pelt, o filme dirigido por Olivia Newman aposta em uma combinação pouco convencional para falar sobre luto, solidão, amizade e recomeços.
No centro da história está a relação entre uma mulher marcada pelas perdas, um jovem em busca de respostas e um polvo gigante extremamente inteligente que acompanha tudo de dentro de um aquário.Uma história sobre encontros improváveisA trama acompanha Tova Sullivan (Sally Field), uma mulher solitária que trabalha durante a noite na limpeza de um aquário na pacata cidade de Sowell Bay.
Enquanto tenta seguir em frente diante das feridas deixadas pelo passado, ela acaba estabelecendo uma conexão inesperada com Marcellus, um polvo gigante que vive em um dos tanques.A rotina de Tova muda ainda mais quando Cameron (Lewis Pullman), um jovem músico que chega à cidade carregando seus próprios problemas, entra em sua vida.
Ele herdou uma van da mãe distante e parte em busca do pai, enquanto tenta encontrar também algum sentido para o próprio caminho.É justamente a partir desse encontro que o filme desenvolve sua história.
Marcellus passa a funcionar como uma espécie de mediador entre os personagens, observando silenciosamente as dificuldades humanas e ajudando a conduzir o público pelas emoções que atravessam a narrativa.O polvo é o grande diferencialA premissa poderia facilmente resultar em mais um drama sentimental sobre perda e superação.
O que diferencia a produção, porém, é a maneira como esses sentimentos são apresentados.Em vez de apostar o tempo inteiro no melodrama, o longa encontra espaço para silêncios, pequenos gestos, situações desconfortáveis e momentos de humor.
A presença de Marcellus também acrescenta um elemento de fantasia à história, permitindo que questões profundamente humanas sejam observadas por uma perspectiva inesperada.O polvo criado em CGI poderia facilmente transformar a produção em algo caricato, mas a narrativa encontra equilíbrio ao fazer dele uma figura importante para a história.
Narrado por Alfred Molina, Marcellus também funciona como símbolo da solidão compartilhada pelos protagonistas.Sally Field sustenta a trajetória de Tova com uma personagem rabugenta, fechada e cansada, mas ainda profundamente humana.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.