Senado aprova exame obrigatório para novos médicos; veja quem terá que fazer a prova
O Senado aprovou, nesta quinta-feira (15), uma medida que torna obrigatório um exame para novos médicos.
Com a regra, estudantes de medicina terão que prestar o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) e atingir uma nota mínima para conseguir o registro profissional e poder atender pacientes.
Estudantes passam por uma prova em três momentos da faculdade.
Foto: Pexels A proposta agora segue para sanção do presidente da República.
A exigência valerá para quem ingressou no curso de medicina a partir de 19 de junho de 2026.
Quem já estava matriculado antes dessa data e os médicos que já têm diploma reconhecido no Brasil não serão afetados pela mudança.
Médico e paciente: como a tecnologia transforma o cuidado com a saúde no Paraná Estudantes terão três exames obrigatórios durante a faculdade Pelo texto aprovado, aqueles que desejam se tornar médicos passarão por três exames obrigatórios ao longo dos seis anos de graduação : no fim do segundo, do quarto e do sexto ano.
O resultado final será a média das três avaliações , com peso maior para a última etapa.
Os critérios de aprovação e a nota mínima exigida ainda serão definidos pela Comissão Nacional de Avaliação da Formação Médica.
Quem não alcançar o desempenho necessário poderá refazer a terceira etapa nas edições seguintes do exame, com um novo cálculo da média final.
STJ restabelece medidas contra cursos de Medicina que tiveram notas baixas no Enamed Quem não passar no exame poderá trabalhar como médico? Novos médicos deverão passar por exame obrigatório para conseguir registro profissional.
Foto: Pexels Aqueles que não atingirem o nível mínimo obrigatório do exame não poderão obter o registro profissional necessário para se tornarem médicos.
O texto prevê uma inscrição específica para esses formados, que permitirá apenas atividades técnico-científicas, sem contato clínico com pacientes e sob supervisão de um médico registrado ou de um pesquisador responsável.
Esses profissionais não poderão atender pacientes , prescrever medicamentos, emitir atestados ou laudos nem ocupar cargos destinados a médicos.
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