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Wall Street fecha sem direção única com novo cerco econômico contra o Irã

Money Times ·

Os índices de Wall Street encerraram a sessão desta segunda-feira (24) sem direção única, em meio ao alívio nos preços do petróleo, ao recuo nos juros dos Treasuries e à escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã.

O desempenho das ações de tecnologia, principalmente das empresas focadas em infraestrutura de inteligência artificial, também pesou sobre o S&P 500 e o Nasdaq.

Em destaque, os papéis da Micron (Nasdaq: MU) caíram 5,83% (US$ 910,43) e os da AMD (Nasdaq: AMD) recuaram 3,49% (US$ 456,75), enquanto o iShares Semicondutor ETF (SOXX) teve baixa de 2,67%.

Confira o fechamento dos índices: Dow Jones: +0,26%, aos 53.416,99 pontos; S&P 500: -0,28%, aos 7.652,96 pontos; Nasdaq: -0,77%, aos 25.980,19 pontos .

Sanções ao Irã O “Dia D Econômico”, nome dado pelo governo Trump para o dia de anúncio de medidas ‘mais duras’ contra o Irã, chegou.

Nesta segunda-feira, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro dos EUA sancionou cerca de 50 empresas e 30 indivíduos com supostas ligações com o regime iraniano.

Entre os indivíduos, a maioria é iraniana e chinesa; já a maior parte das empresas sancionadas está em Hong Kong, nos Emirados Árabes Unidos e na China continental.

Além disso, a partir desta segunda e por prazo indefinido, Washington suspendeu certas licenças gerais que envolvem remessas pessoais não comerciais para ou do Irã e atividades educacionais por pessoas dos EUA em países terceiros não autorizados.

Em entrevista coletiva, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, também ameaçou cortar países que tenham laços econômicos com o Irã do sistema financeiro do dólar.

“Se eles não agirem rapidamente, nós o faremos unilateralmente por meio das autoridades do Tesouro dos EUA”, disse.

“Ninguém, nenhum país, nem mesmo a China, estará fora do alcance das nossas sanções se facilitarem transações iranianas”, acrescentou.

Nova onda tarifária? Também nesta segunda-feira, o presidente Donald Trump anunciou um aumento nas tarifas de importações de carros, caminhões e autopeças do Canadá para 50% a partir de 1º de janeiro de 2027.

“O Canadá vem explorando os Estados Unidos da América há anos”, escreveu Trump em uma publicação no Truth Social, acusando o antigo parceiro comercial de prejudicar os agricultores norte-americanos por meio de suas próprias políticas tarifárias.

“Insustentável, e NUNCA MAIS!”, acrescentou o presidente norte-americano.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

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