Lula e Alcolumbre reabrem diálogo de olho em 2026 e no pós-eleição
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e presidente do Senado, Davi Alcolumbre Ricardo Stuckert / PR A reaproximação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não representa uma reconciliação afetiva.
O movimento é marcado por interesses dos dois lados e ocorre a menos de dois meses das eleições de 2026.
Os dois estavam afastados desde a rejeição do nome de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
Agora, Alexandre de Moraes entrou em campo e ofereceu um jantar em sua casa para Lula e Alcolumbre.
Mais importante do que o cardápio, porém, é entender o que estava sobre a mesa e também o que não foi dito, mas que faz parte dessa costura. 'Diálogo restabelecido', diz Alcolumbre sobre reunião com Lula O prato principal foi a eleição de 2026.
E o que não foi servido nem falado mas estava no cardápio- acomodação do sistema pós eleição.
Lula disputa um quarto mandato e precisa chegar à campanha com bandeiras que mostrem alguma novidade.
E parte importante dessas entregas depende do Congresso.
A PEC da Segurança Pública e o fim da escala 6x1 são dois exemplos: assuntos com forte apelo popular, presentes no debate cotidiano e que o governo quer transformar em vitrine eleitoral.
Agora no g1 Para Lula, o cenário ideal é aprovar essas propostas.
Mas, mesmo que não consiga, é importante politicamente poder dizer que tentou e eventualmente atribuir ao Congresso a responsabilidade por um bloqueio.
Para qualquer uma dessas estratégias, porém, ele precisa conversar com quem controla a pauta do Senado.
E hoje esse personagem é Davi Alcolumbre.
No jantar, houve também uma espécie de conversa sobre o poder de cada um.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.