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Flávio evita comentar contrato da "turma do KN" com Master: "Não sei"

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Flávio evita comentar contrato da "turma do KN" com Master: "Não sei"

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) evitou comentar, nesta segunda-feira (21/9), sobre o contrato de R$ 427 milhões relacionado à chamada “Turma do KN”, que aparece em documentos do Caso Master.

O documento, que seria sobre o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi revelado pelo Metrópoles , na coluna de Andreza Matais .

Questionado sobre o assunto durante uma coletiva de imprensa em Natal (RN), Flávio afirmou que não tinha informações suficientes para se manifestar sobre o assunto.

“Eu não sei se a história é essa, eu não tenho condição de falar do que eu não sei o que é, eu não sei do assunto”, declarou.

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O acordo envolve o escritório de advocacia da advogada Camilla Ramos, mulher do desembargador Newton Ramos, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

Nas mensagens extraídas do celular de Vorcaro , os dois aparecem associados à expressão “Turma do KN”, em referência ao ministro Kassio Nunes Marques, do STF.

As conversas também registram pedidos atribuídos a Newton Ramos relacionados ao ministro, como uma reserva de hospedagem no hotel Fasano.

Em outra mensagem, uma assessora identifica “KN” como Kassio Nunes Marques ao repassar a Vorcaro um pedido de diária no hotel.

O contrato prevê honorários equivalentes a 5% dos valores recebidos pelo banco em 12 processos relacionados a indenizações decorrentes do controle de preços realizado pelo antigo Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA).

O Banco Master aparece nos documentos como credor ou cessionário dos créditos.

5 imagens Fechar modal.

1 de 5 2 de 5 3 de 5 4 de 5 5 de 5 O que dizem os envolvidos Em nota divulgada pela coluna , o ministro Kassio Nunes Marques afirmou que nunca votou a favor de Vorcaro ou do Banco Master, não trocou mensagens com o empresário e não autorizou terceiros a falar em seu nome.

Sobre o julgamento relacionado às usinas de cana-de-açúcar, disse que inicialmente constava como impedido, mas posteriormente entendeu que a restrição não se aplicava ao caso e votou.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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