Economista Renato Gomes (DC) promete cortar 'supersalários' para financiar saúde e segurança em MS
Entrevista candidato ao Governo: Economista Renato Gomes (DC) O candidato pelo Partido Democracia Cristã (DC), o economista Renato Gomes, afirmou que pretende cortar supersalários no funcionalismo público estadual para financiar investimentos em saúde e segurança pública em Mato Grosso do Sul.
A declaração foi feita nesta quarta-feira (23), em entrevista concedida ao jornalista Caio Tumelero, na rodada de entrevistas com candidatos ao governo estadual nas Eleições 2026, realizada pela TV Morena. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp 🔎 A TV Morena finalizou nesta quarta-feira a rodada de entrevistas com todos os candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul, exibidas no MS1.
Conforme as regras, partidos e federações que não tenham representação no Congresso Nacional ou que pontuaram menos de 3% na última pesquisa Quaest encomendada pela TV Morena, em 25 de agosto, tiveram 3 minutos de participação.
Daniel Lemes (PCO) e Jeferson Bezerra (Agir) foram convidados, mas não compareceram.
Confira o que respondeu o candidato sobre os seguintes temas: Ampliação da saúde no interior do estado Segurança pública Primeira pergunta: Ampliação da saúde no interior do estado Segundo o candidato, seu plano de governo estima um custo de R$ 1 bilhão para ampliar a estrutura de saúde no interior do estado.
Gomes afirmou que os recursos para a ampliação virão do "andar de cima do governo do Estado", sob a alegação de que existem 3 mil pessoas recebendo salários acima do teto do governador, o que geraria um custo de R$ 2 bilhões aos cofres públicos.
Gomes explicou que usará R$ 1 bilhão desse montante para "resgatar os hospitais regionais que estão abandonados no interior do Estado".
O R$ 1 bilhão restante da economia estimada com o corte de salários acima do teto seria direcionado para a área de segurança pública.
Segunda pergunta: Segurança pública Questionado sobre as propostas para a segurança, diante do dado apresentado de que o anuário de 2026 aponta um crescimento de 4,9% nas mortes violentas, o candidato afirmou que haverá orçamento para novos profissionais.
Durante a entrevista, o candidato fez críticas à atual gestão do estado e citou supostos episódios envolvendo servidores e órgãos públicos.
Ele chegou a dizer que o atual coordenador de saúde do governo "está dentro da cadeia" e que o diretor da agência penitenciária do estado (Agepen) foi preso.
Gomes também declarou que o departamento da Defron, na cidade de Dourados, "desapareceu com 500 kg de droga, de cocaína" e que três detentos "saíram pela porta da frente" de uma delegacia em Campo Grande.
Em nota, a Agepen rebateu a declaração do candidato economista Renato Gomes e disse que a informação "não procede".
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.