Flávio promete incluir Brasil no Escudo das Américas
Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que, se eleito, o Brasil fará parte do Escudo das Américas , coalizão liderada pelo presidente dos EUA, Donald Trump para coordenar ações contra o crime organizado e o tráfico de drogas no continente.
Candidato criticou o presidente Lula por deixar o Brasil fora do grupo. "Por que o Brasil fica de fora? O Brasil fica de fora porque tem um presidente da República que passa a mão na cabeça de bandido", afirmou hoje, durante transmissão ao vivo em seu canal do YouTube.
É uma coisa que eu vou fazer parte, o Brasil fará parte do escudo das Américas a partir do ano que vem, porque eu vou colocar o Brasil também para se unir a todos esses países que vão se juntar para combater os narcoterroristas e eu vou classificar, junto com o Congresso Nacional, que você vai escolher. Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República
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Iniciativa lançada em março prevê cooperação prática entre governos. Estão previstos compartilhamento de inteligência e operações militares coordenadas entre os países participantes, com foco no combate ao narcotráfico e a outras redes do crime organizado. Brasil e México não fazem parte.
Grupo é formado por 15 países até o momento. Compõem: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, Trinidad e Tobago, além dos Estados Unidos.
Encontro com Trump em Nova York reuniu líderes latino-americanos e caribenhos ligados à coalizão. A reunião ocorreu em paralelo à Assembleia Geral da ONU e serviu para alinhar as próximas medidas do grupo.
Grupo aceitou enquadrar facções e cartéis como terroristas. Eles anunciaram que vão classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital), o CV (Comando Vermelho) e outros 22 grupos como "narcoterroristas", em uma ação conjunta do Escudo das Américas, seguindo a posição norte-americana sobre as facções.
Declaração do bloco prevê medidas financeiras e migratórias contra os grupos listados. Entre as ações citadas estão congelamento de bens, restrições de vistos para integrantes, associados e apoiadores e punição criminal para quem der apoio material ou logístico, de acordo com as leis de cada país.
Países prometem punir quem der apoio a grupos narcoterroristas. A declaração prevê responsabilidade criminal de pessoas que forneçam deliberadamente apoio material ou logístico às organizações.
Escudo das Américas reúne países alinhados aos EUA na agenda de segurança regional. A lista citada na declaração conjunta inclui Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, Trinidad e Tobago e os Estados Unidos.
Brasil e México não integram a coalizão. Os dois países ficaram fora do Escudo das Américas, que reúne países da América Latina e do Caribe em ações contra o crime organizado e o tráfico de drogas.
A lei brasileira define terrorismo com critérios específicos e não usa a categoria "narcoterrorismo".
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.