Mulher é presa após aplicar golpes com pacotes de viagem falsos no Rio
Uma mulher , identificada como Vitória da Cunha Ferreira Alvim, foi presa sob a suspeita de aplicar golpes milionário com pacotes de viagens falsos no Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira (24) .
De acordo com as investigações, ela usava uma empresa de turismo , formalmente constituída, para dar aparência de legitimidade ao esquema.
Por meio de perfis em redes sociais, a agência anunciava e comercializava pacotes de viagens nacionais e internacionais , e prometia organização completa das viagens como passagens aéreas, hospedagem e reservas.
Leia Mais Coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas: veja como participar Batida entre ônibus e caminhão deixa ao menos 15 pessoas feridas em MG Operação contra esquema de roubo de ouro bloqueia R$ 34 milhões em SP As vítimas fechavam negócio , assinavam contrato e efetuavam o pagamento integral dos valores via PIX.
Com isso, a mulher deixava de prestar qualquer serviço e nenhuma passagem era emitida, nenhuma reserva era feita, e os contatos das vítimas passavam a ser ignorados.
Com a aproxiamação da data da viagem, as vítimas buscavam vouchers e comprovantes de reserva.
Nesse momento, a fraude era percebida com a constatação de que hotéis e serviços supostamente contratados sequer tinham registro em nome da empresa ou da suspeita.
Uma das vítimas perdeu R$ 8.738,20 com o golpe.
A Polícia Civil destaca que o caso vai além de um descumprimento contratual ou disputa comercial a ser resolvida na esfera cível.
Homem é preso com 147 cartões após suspeita de golpes em shows no RJ Para os investigadores, as provas reunidas pela 41ª DP (Delegacia do Tanque) como contratos, comprovantes de pagamento e o padrão de reiteração em diversas outras vítimas, demonstraram que os contratos de viagem eram celebrados pela suspeita já com plena ciência de que os serviços jamais seriam prestados .
“A intenção de não cumprir o que era contratado precedia a própria celebração do negócio, caracterizando o dolo essencial ao crime de estelionato.
A fraude não era uma consequência de dificuldades posteriores na prestação do serviço, mas o objetivo desde o início da relação com a vítima”, afima a polícia .
A Justiça decretou a prisão preventiva da mulher sob a justificativa de que “há risco de reiteração de cometimento de delitos, caso a acusada permaneça em liberdade.” A CNN Brasil busca contato com a defesa de Vitória da Cunha Ferreira Alvim.
O espaço segue aberto.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.