Tim Vickery: As transformações de Messi que mudaram para sempre sua relação com a seleção argentina
Talvez o ponto alto do que eu risivelmente chamo da minha carreira foi a oportunidade de ver Lionel Messi bem no início.
Aconteceu em fevereiro de 2005.
Messi estava com 17 anos, e apareceu mais novo ainda.
Tinha jogado um amistoso pelo Barcelona .
Um desconhecido, então.
Certamente a Argentina não sabia muito sobre ele.
Mas tinha boatos, e a Espanha, onde ele já morava há quatro anos, estava demonstrando interesse.
A Argentina foi lá, então, e o convocou para o Campeonato Sul-Americano Sub 20, sediado na Colômbia.
Fui para lá, então, com a expectativa de curtir a nova safra do continente.
Confesso que quando vi Messi na primeira olhada não ficava empolgado.
Estava tão pequeno, com ar de desleixado.
Potencial para ser um jogador da elite? Sem chance… Messi: um gênio desde novo Messi com a seleção Argentina.
Foto: IMAGO / Richard Wareham Mas quando a bola rolou, mudei de opinião, junto com todos lá, bem rápido.
Duas coisas se destacavam.
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