Por que os brasileiros estão trocando os aplicativos de lojas por conversas no WhatsApp?
Esqueça a ideia de que o WhatsApp é apenas um canal de atendimento ou uma ferramenta para disparar cupons de desconto.
Impulsionado pela Inteligência Artificial, o aplicativo está assumindo o papel de "core business" das empresas , substituindo gradativamente a necessidade de sites e aplicativos próprios.
A análise é de Guilherme Horn, líder do WhatsApp (Meta) para Brasil, Índia e Indonésia e um dos maiores especialistas em inovação do país.
Durante sua apresentação no Hotmart FIRE 2026 , nesta quinta-feira (10), em Belo Horizonte, o executivo cravou que estamos entrando na "quarta onda" de uso da plataforma: a era dos agentes autônomos.
Segundo Horn, a internet e os smartphones criaram experiências de compra "estruturadas e frias", onde o cliente precisava caçar informações em menus e abas de aplicativos.
O WhatsApp trouxe o "comportamento conversacional" de volta aos negócios, humanizando a venda.
O problema, até então, era escalar esse atendimento humano.
É aí que a IA generativa muda o jogo.
“A IA resolve o problema da barreira de crescimento e vai além.
Daqui a pouco tempo, todos os negócios serão 24x7.
Você não vai admitir num domingo, às 3 horas da tarde, tentar agendar o seu dentista e receber uma resposta automática de que o horário de funcionamento é de segunda a sexta”, decretou o executivo.
Mais barato e com retenção 7 vezes maior que aplicativos O Brasil ocupa um lugar central nessa revolução.
O país lidera todas as métricas globais de engajamento no WhatsApp — envio de mensagens, participação em grupos, uso de canais e status.
Esse comportamento do consumidor está forçando uma virada de chave no modelo de negócios das empresas de tecnologia e startups.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.