Crime monopoliza internet e até pão em favelas, diz secretário do RJ
O tráfico de drogas deixou de ser o único e, em determinadas áreas, até o principal negócio de organizações criminosas que dominam comunidades do Rio de Janeiro.
Segundo o secretário de Segurança Pública do estado, Victor Cesar , facções passaram a explorar de internet, gás, construção civil, transporte e até a venda de pão.
Durante o COP Internacional 2026, nessa terça-feira (11/8) em São Paulo, Victor usou a Rocinha para dimensionar esse mercado.
Segundo ele, embora o Censo de 2022 tenha indicado cerca de 80 mil moradores, a população real da comunidade seria estimada em 120 mil pessoas.
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1 de 6 Veículos e armas ocupam espaço de eventos Alfredo Henrique/Metrópoles 2 de 6 Artesão faz trabalhos usando cápsulas de munição, vendidas durante a COP Internacional Alfredo Henrique/Metrópoles 3 de 6 Forças policiais também participam do evento expondo equipamentos e uniformes Alfredo Henrique/Metrópoles 4 de 6 Victor Cesar durante palestra Alfredo Henrique/Metrópoles 5 de 6 Expositores na COP Internacional 2026 Alfredo Henrique/Metrópoles 6 de 6 Secretário da Segurança do Rio de Janeiro, Victor Cesar Alfredo Henrique/Metrópoles “Se a gente fizer uma conta muito básica, 120 mil pessoas, dividir pela metade, 60 mil pessoas pagando um plano de internet de R$ 100, a gente tem R$ 6 milhões de faturamento só com internet”, afirmou.
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