Roubos de joias se multiplicam com alta do ouro, enquanto mercado sem procedência avança
Roubos de joias se multiplicam com alta do ouro, enquanto mercado sem procedência avança O RJ2 tem mostrado as consequências da alta do preço do ouro.
Os flagrantes de roubos de alianças e cordões se multiplicaram.
Enquanto as vítimas deixam de usar joias nas ruas por medo, o mercado de ouro sem procedência continua funcionando sem ser incomodado.
A reportagem mostra como funciona esse comércio e revela que uma lei que poderia dificultar a receptação de joias roubadas nunca saiu do papel.
No mercado de joias usadas eles ganharam até apelido: Boca de Ouro.
Na Uruguaiana, no Centro, disputam atenção no grito.
Na Tijuca, na Zona Norte, e em Copacabana, na Zona Sul, placas e cartazes ocupam as calçadas e, na maioria das vezes, levam a salas comerciais sem identificação.
É onde a negociação acontece.
Em muitos casos, a procedência parece não importar.
"Normalmente, o ouro que a gente pega, a gente já derrete.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.