Filho do goleiro Bruno tem repasse de pensão travado na Justiça
A 14ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) suspendeu temporariamente a transferência de valores de um processo do goleiro Bruno Fernandes para o pagamento da pensão alimentícia de seu filho, Bruninho Samúdio.
Entenda o imbróglio Em 2024, o ex-goleiro do Flamengo ganhou um processo contra a Editora Record , por uso indevido de imagem na capa de um livro; Com isso, a empresa depositou judicialmente R$ 105 mil para a quitação da dívida; Pouco tempo depois, Bruno Fernandes assinou uma escritura pública cedendo integralmente o direito à empresa PBL Compras de Créditos Judiciais; A venda de crédito judicial é a transferência do direito de receber um valor de um processo.
O autor da ação vende seu direito a um investidor ou empresa especializada para receber o dinheiro à vista, sem precisar esperar o fim do processo; Em 2025, a 31ª Vara Cível da Capital determinou que o saldo remanescente do processo entre Bruno Fernandes e Editora Record fosse transferido para a à 4ª Vara de Família do Méier, onde tramita a ação de Bruninho Samúdio requisitando valores atrasados de pensão alimentícia.
À época, a Justiça entendeu que o pagamento das pensões alimentícias atrasadas era prioridade.
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1 de 7 Bruno Fernandes, o goleiro Bruno, foi preso na manhã desta sexta-feira (8/5), no Rio de Janeiro, após dois meses foragido Renata Caldeira/TJMG 2 de 7 Goleiro Bruno Reprodução/Instagram 3 de 7 Goleiro Bruno Sueli Rodrigues / @suelifotografaesportivaac 4 de 7 O goleiro estava tuando pelo time Vasco do Acre Reprodução / Instagram @advascoacre 5 de 7 Goleiro Bruno Reprodução/Redes sociais 6 de 7 A última passagem de Bruno foi no Vasco-AC Sueli Rodrigues / @suelifotografaesportivaac 7 de 7 Bruno teve a liberdade condicional revogada em 5 de março pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), após descumprir regras da liberdade condicional Marcelo Albert/TJMG A informação consta em decisão do desembargador Luiz Eduardo Cavalcanti do último dia 13 de agosto, da qual o Metrópoles teve acesso com exclusividade.
A Justiça tinha definido que, dos R$ 100 mil, seria retirada uma parte referente ao honorário advocatício da defesa do goleiro Bruno e o restante seria encaminhado para o pagamento das pensões atrasadas de Bruninho.
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