Clube desmente que jogador morto em campo tenha voltado à vida na Nigéria
O Katsina United confirmou hoje (12) a morte do jogador Chinedu Ozor e negou que ele tenha recobrado a consciência após ser declarado morto. O atleta sofreu um colapso durante um amistoso de pré-temporada na Nigéria, ontem (11).
A manifestação do clube ocorreu depois que relatos de que Ozor teria movimentado uma das mãos no necrotério se espalharam pela imprensa e pelas redes sociais. Algumas publicações chegaram a afirmar que o jogador havia "voltado à vida".
Em comunicado oficial, o Katsina United classificou essa versão como falsa. "Vimos relatos afirmando que Chinedu teria recobrado a consciência mais tarde ou 'voltado à vida'. Entendemos que as pessoas queriam desesperadamente que isso fosse verdade. Todos nós queríamos. Infelizmente, porém, esses relatos não são verdadeiros", declarou o clube.
Ozor havia sido contratado recentemente pelo Katsina United, equipe que disputa a primeira divisão do Campeonato Nigeriano. Ele já havia sido ligado ao Kano Pillars, outro clube do país. Segundo a Channels Television, emissora privada nigeriana, o jogador sofreu um colapso aos nove minutos do amistoso contra o Niger Tornadoes, realizado no Muhammadu Dikko Stadium, em Katsina.
O atleta recebeu os primeiros atendimentos e foi levado ao K-Dara Specialist Hospital, em Gidan Dawa. De acordo com a emissora, os médicos o declararam morto e o óbito foi posteriormente confirmado no Katsina General Hospital.
A causa do colapso não foi informada nos comunicados divulgados até o momento.
Relato sobre movimento da mão provocou confusão. A versão de que Ozor teria dado sinais de vida foi atribuída inicialmente a Nasir Gide, assessor de imprensa do Katsina United. Em entrevista por telefone à Channels Television, Gide afirmou que o colega de quarto do jogador teria percebido um movimento em uma das mãos do atleta quando ele estava no necrotério.
Foi o colega de quarto dele que disse ter percebido que o jogador movimentava a mão enquanto estava no necrotério. Por isso, a família pediu que o corpo não fosse colocado no necrotério até que eles chegassem Assessor do Katsina United
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