Com aporte de R$ 8M, Vultus expande da consultoria para produto
Alexandre Brum, CEO da Vultus | Foto: divulgação Para a Vultus , ficar só na consultoria não é mais o bastante.
A empresa de cibersegurança, resultado da fusão entre a GC Security e a área de cyber da Falconi , acabou de levantar R$ 8 milhões para acelerar o desenvolvimento de tecnologia proprietária e ampliar a participação de software no negócio.
A companhia não abriu o nome do investidor, informando apenas que se trata de um investidor privado.
Segundo comunicado enviado ao Startups , a operação vem acompanhada de reestruturação societária e da recomposição do Conselho de Administração e do Conselho Consultivo.
“A reestruturação societária, a recomposição do Conselho de Administração e do Conselho Consultivo e a entrada de um investidor privado marcam um novo ciclo para a Vultus “, afirma Alexandre Brum, CEO da companhia.
“O investimento nos permite acelerar o desenvolvimento de tecnologia proprietária, ampliar nosso portfólio de software e preparar a empresa para uma nova fase de crescimento.” Ao sair de um modelo baseado essencialmente em horas de consultoria para outro de produtos tecnológicos, a empresa quer dobrar a receita em três anos, com aumento da participação de receitas recorrentes.
A companhia não deu números recentes de faturamento, mas, para dimensionar o ponto de partida, a Vultus nasceu no segundo semestre de 2024 projetando faturar R$ 100 milhões, já com carteira formada e cerca de 200 projetos realizados.
A empresa é resultado da união entre a GC Security , especializada em testes de intrusão e inteligência de ameaças, e a Trust Cybersecurity , área de cyber estruturada dentro da Falconi a partir de 2020.
As duas operavam em paralelo até o segundo semestre de 2024, quando passaram a atuar sob a marca única.
Entre os clientes públicos estão Unidas , Arezzo e MV , com concentração nos setores financeiro, de telecomunicações e de serviços.
A mudança com IA O gatilho, segundo o CEO, foi perceber que a IA não estava mudando apenas o lado da defesa.
Ferramentas de automação passaram a permitir que criminosos procurem vulnerabilidades e avancem sobre sistemas com menos intervenção humana — e a conta deixou de fechar.
“A gente quase passou a ter um dilema existencial.
A cibersegurança não poderia continuar sendo feita da forma como era feita até então.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em startups.com.br — o conteúdo pertence a Startups.com.br.