Liquidz amplia presença no tênis com investimento em ciência e apoio a atletas e eventos
As conquistas de dois Masters 1000 seguidos, Montreal e Cincinnati, nas últimas semanas colocaram Rafael Matos e Orlando Luz em evidência no cenário internacional de tênis.
De quebra, a dupla brasileira, que entrou na briga de vez para estar no ATP Finals (torneio que reúne as oito melhores duplas do ano) em novembro, ainda ajudou a evidenciar a ampliação do investimento de uma marca brasileira no tênis nos últimos meses: a Liquidz .
Fundada em 2023, a Liquidz é uma empresa brasileira focada 100% em hidratação funcional com eletrólitos.
Com o aumento cada vez maior da visibilidade do tênis no país, a marca decidiu olhar com mais profundidade para a modalidade que reúne características que fazem dela estratégica para a marca: temporadas longas, diferentes condições climáticas, viagens frequentes e rotinas de alta exigência física.
Como o objetivo da Liquidz, segundo a própria empresa, é “melhorar a saúde das pessoas por meio da hidratação baseada em ciência”, com fórmulas baixas em carboidratos e calorias, feitas com água de coco, sem açúcares, corantes ou aromatizantes artificiais, e que entregam 600mg de eletrólitos por dose, o tênis ajuda a reforçar a estratégia de conectar o esporte de alta performance e a pesquisa em hidratação.
Hoje, além de Rafael Matos e Orlando Luz, a marca também patrocina Laura Pigossi , atual número 2 do Brasil e 193ª do mundo em simples, e estreará em grandes eventos da modalidade no SP Open , WTA 250 que é o principal torneio de tênis feminino do país e terá sua segunda edição sendo disputada no Parque Villa-Lobos, em São Paulo (SP), entre 12 e 20 de setembro.
Ciência e esporte Em julho, a Liquidz apresentou dois estudos no 31º Congresso Anual do European College of Sports Science (ECSS), em Lausanne (Suíça), um dos principais encontros internacionais dedicados à ciência do esporte.
Os trabalhos acompanharam atletas em situações reais de grande exigência física e avaliaram fatores como perda de suor e eletrólitos para o desenvolvimento de estratégias de hidratação.
Um dos estudos analisou uma atleta de triatlo, enquanto o outro analisou a performance de uma ultramaratonista durante uma prova de 320km e mais de 70 horas de duração.
A proposta foi observar, fora de condições exclusivamente laboratoriais, como o organismo responde a situações extremas e de que forma a hidratação pode ser construída a partir desses dados.
“A ciência faz parte da forma como construímos a Liquidz.
Não queremos simplesmente desenvolver um produto e depois procurar argumentos para defendê-lo.
Queremos entender primeiro como o organismo funciona, o que ele perde e quais estratégias de hidratação fazem sentido”, explicou Gabriela Cunha, headcientífica da Liquidz.
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