sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Como criminosos usam aplicativos de relacionamento para roubar a biometria de usuários Sony e Warner processam Anthropic por uso de músicas em IA Claude OpenAI vai interromper fornecimento de modelos de IA para Cursor, da SpaceX Audiência de conciliação entre Discord e Justiça é marcada para dia 2 Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do 'maior roubo de dado do Brasil' Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte Energia solar em casa: quanto custa e qual é o impacto na sua conta de luz Terra entra em alerta para tempestade solar nos próximos dias Grupo de ransomware diz ter roubado dados de Berlim e põe em leilão Meta promete frear vício em redes nos EUA. E no Brasil? Como criminosos usam aplicativos de relacionamento para roubar a biometria de usuários Sony e Warner processam Anthropic por uso de músicas em IA Claude OpenAI vai interromper fornecimento de modelos de IA para Cursor, da SpaceX Audiência de conciliação entre Discord e Justiça é marcada para dia 2 Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do 'maior roubo de dado do Brasil' Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte Energia solar em casa: quanto custa e qual é o impacto na sua conta de luz Terra entra em alerta para tempestade solar nos próximos dias Grupo de ransomware diz ter roubado dados de Berlim e põe em leilão Meta promete frear vício em redes nos EUA. E no Brasil?
Últimas

Candidato veterinário quer extinguir CLT e propõe 'Meu Botox, Minha Vida'

Folha de S.Paulo ·
Candidato veterinário quer extinguir CLT e propõe 'Meu Botox, Minha Vida'

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

O veterinário Wilson Grassi Junior ( Democrata ), 56, diz ser o primeiro candidato à Presidência que também é "protetor de animais" —título do qual se orgulha tanto quanto de propostas como extinguir a CLT e multiplicar o salário de parlamentares.

Para resolver o que chama de "sequestro" do Brasil por interesses de deputados e senadores, defende elevar o salário de cada parlamentar para R$ 1 milhão por mês —em troca do fim de emendas parlamentares e da obrigação de o parlamentar bancar despesas hoje cobertas por verba pública, como assessoria, carro e plano de saúde. Segundo ele, a medida gerará economia de cerca de R$ 300 bilhões ao ano, cálculo que diz ter feito somando o que chama de emendas públicas e "emendas secretas" a partir de reportagens de imprensa.

"Eu tenho muita proposta polêmica, mas que eu tenho certeza que vai melhorar o Brasil", diz à Folha . Várias delas não constam em seu programa de governo, o que atribui ao receio de desagradar a legenda. "Senão o partido não ia nem deixar eu ser candidato."

Uma proposta, batizada por ele de "Meu Botox, Minha Vida", é oferecer aplicação gratuita de toxina botulínica a mulheres de baixa renda. Segundo Grassi, o projeto trata de autoestima, e seria financiado com parte do imposto arrecadado sobre cosméticos ou com corte no financiamento público de campanhas eleitorais.

Filiado este ano ao partido Democrata, Grassi concorre à Presidência pela primeira vez. Já disputou três eleições antes: foi derrotado como candidato a deputado estadual em São Paulo (2006, pelo PFL) e a vereador na capital paulista (2024, pelo PRTB); em 2022, teve o registro de candidatura a deputado federal indeferido pela Justiça Eleitoral, por "ausência de requisito de registro".

Concorrendo junto à vice Suêd Haidar , a fundadora do partido, diz não ter sido propriamente convidado, mas ter procurado a legenda e pedido, primeiro, para sair candidato a senador, e, posteriormente, diz ter convencido a gestão de que era um bom presidenciável. "Houve uma comunhão de pensamento e o partido aceitou a minha candidatura."

Grassi propõe substituir nove tributos federais por um imposto único de 2% sobre movimentações bancárias —medida que, segundo ele, tornaria mais vantajoso para as empresas pagar impostos do que sonegar. Também defende a extinção da CLT e da Justiça do Trabalho, argumentando que isso elevaria salários ao remover encargos trabalhistas. "A gente precisa matar o Getúlio Vargas, ou enterrar, porque ele já morreu, mas ele deixou uma cultura de que o empregado é um coitadinho."

Defende ainda o aumento do valor do Bolsa Família para R$ 2.000 —com a contrapartida de que beneficiários percam o direito de votar. "As pessoas mais pobres tendem a votar na esquerda, as pessoas mais ricas tendem a votar na direita.

Ler a notícia completa no Folha de S.Paulo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.

Este assunto em outros veículos

Mais de Folha de S.Paulo

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›