O que mudou até aqui? Veja 5 diferenças da F1 2026 com novas regras
Melhores ultrapassagens do 1º semestre da F1 2026; veja A Fórmula 1 iniciou a temporada de 2026 com muita expectativa do público e dos pilotos para uma nova era da categoria, impulsionada pelas mudanças no regulamento técnico e nos motores.
Mas afinal de contas, o que de fato mudou em relação a 2025, o último ano dos carros com efeito solo? O ge mostra abaixo cinco diferenças da atual temporada em relação ao ano passado – algumas positivas, outras negativas.
Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Largada da corrida sprint do GP Canadá de Fórmula 1 F1 Mathieu Belanger/Reuters 1.
Divisão clara entre pelotões no grid A Fórmula 1 de 2025 não foi das mais marcantes no quesito ultrapassagens, mas uma coisa era certa: todas as equipes estavam razoavelmente próximas em termos de desempenho, o que abria a porta para zebras.
A temporada teve pódios surpreendentes, como os dois de Carlos Sainz (Williams) e os inéditos terceiros lugares de Nico Hulkenberg (Sauber) e Isack Hadjar (Racing Bulls).
Além disso, 19 dos 21 pilotos participantes naquele ano terminaram ao menos uma vez entre os seis primeiros; apenas Franco Colapinto e Jack Doohan ficaram fora da lista.
Até aqui, apenas 12 dos 22 conseguiram nesta temporada.
Para se ter uma ideia do tamanho da proximidade entre as equipes no ano passado, a temporada de 2025 renovou por duas vezes o recorde de menor distância entre os dez primeiros em classificações.
Na Hungria, o décimo colocado Isack Hadjar ficou a apenas 0s543 do pole position Charles Leclerc.
Já em São Paulo, a distância do décimo Nico Hulkenberg para o pole Lando Norris foi de míseros 0s528.
Pierre Gasly foi o único piloto fora das 4 grandes a conseguir um pódio na F1 2026 Yves Herman/Reuters Nesta temporada, a menor distância entre os dez primeiros até aqui foi de 0s894, na Áustria - pista com o tempo de volta mais curto do campeonato.
E a classificação em Spielberg foi uma exceção: considerando as 11 corridas do ano, a diferença média é de 1s473 – puxada exatamente pela diferença entre o pelotão de topo, composto por quatro construtoras, e o resto do grid.
Mercedes, Ferrari, McLaren e Red Bull brigam na parte de cima do campeonato, enquanto outras equipes, como Racing Bulls e Audi, têm se contentado em lutar pelo posto de melhor do resto.
O único espaço para zebra surgiu no conturbado GP de Mônaco, quando Pierre Gasly colocou a Alpine no pódio após prova com sete abandonos e várias punições de tempo distribuídas incorretamente – inclusive para o francês.
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