Pet e bebê sozinhos? Tutora comenta os motivos de não deixar cadela com filho de 1 ano e explica como garantir convivência saudável
Em seu perfil nas mídias sociais, a tutora Michele Santos respondeu a uma dúvida frequente de seus seguidores.
O questionamento era sobre a convivência entre sua cadela, Nala, e seu filho Noah, de apenas 1 ano.
Em um relato aberto e sincero, ela explicou que, apesar de a pet ser extremamente dócil e calma, ela não permite que os dois fiquem sozinhos sem supervisão de um adulto por perto.
Segundo Michele, a decisão visa proteger tanto a cadela quanto a criança, já que o bebê ainda está aprendendo a interagir.
Nessa idade, é importante ensinar a relação física sem bater ou beliscar, enquanto nesse cenário o animal poderia reagir para se defender.
Em alguns casos, por omissão, alguns cães poderiam optar por não se defender e acabariam sofrendo estresse por conviver com toques indesejados.
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Mas, principalmente com crianças pequenas, existem cuidados para evitar que a situação se torne prejudicial.
Reações agressivas por estresse: crianças menores de três anos não controlam a própria força e fazem movimentos bruscos que podem assustar o animal, causando mordidas ou arranhões defensivos; Ciúme e proteção de recursos: o pet pode desenvolver ciúme do novo bebê ou tentar proteger comida, brinquedos e espaço, reagindo com rosnados ou ataques; Derrubadas e pisadas: cães de grande porte ou filhotes muito agitados podem derrubar o bebê acidentalmente, causando quedas e traumas; Transmissão de parasitas: o contato direto pode transmitir bactérias por meio de lambidas no rosto; Alergias : se a criança já tiver um diagnóstico de asma ou dermatite, o contato sem controle com pelos, saliva e ácaros pode piorar as crises.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.