Passado o período eleitoral, é esperado que fundamentos da economia voltem a direcionar decisões dos investidores
Depois da disparada do dólar e da queda forte da bolsa, mercado financeiro vive dia mais calmo Depois da disparada do dólar e da queda forte da Bolsa na segunda-feira (26), o mercado financeiro viveu, nesta terça-feira (27), um dia mais calmo.
É um leilão de títulos do Tesouro Direto.
O barulho típico das mesas de operações indica que, depois da turbulência da véspera, o mercado voltou a respirar.
A bolsa, que de manhã até subiu, acabou com baixa de 0,5%, depois de cair 13% na segunda-feira (26).
O índice Ibovespa, agora, fica no mesmo nível de dois meses atrás.
E, no mercado futuro, os juros para 2032 caíram depois da forte oscilação das últimas três semanas. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Passado o período eleitoral, é esperado que os fundamentos da economia voltem a direcionar a decisão dos investidores: a entrada e saída de capital influenciando o dólar, os balanços das empresas impactando as ações e a política fiscal orientando o rumo dos juros.
E parece consenso entre os analistas que o mercado financeiro têm pressa de ver ações concretas do governo reeleito na direção dos desafios econômicos do país.
A economista Andrea Ângelo diz que a prioridade é cuidar da escalada da dívida pública.
“O recado é celeridade.
O governo precisa agir, esse novo governo reeleito, ele precisa agir com medidas concretas, sinais positivos para que o mercado mude.
Não é humor que a gente está falando, mas mude a percepção mesmo de investimento, mude a percepção de política econômica que esse governo tende a fazer no próximo mandato”, afirma Andréa Angelo, economista da Warren Investimentos.
Passado o período eleitoral, é esperado que fundamentos da economia voltem a direcionar decisões dos investidores Jornal Nacional/ Reprodução O dólar inverteu o movimento de segunda-feira (26), quando subiu mais de 8%.
Nesta terça-feira (27), a moeda americana caiu quase 1% e fechou a R$ 5,35.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que não deve entrar no mercado para mexer na cotação: “O Banco Central sempre cumprindo sua função institucional, está ali para prestar todas as informações sobre os movimentos do mercado.
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