Advogada é sepultada 11 meses após a morte em Cuiabá; mãe contesta investigação do caso
Viviane de Souza Fidelis Reprodução Quase um ano depois da morte da advogada Viviane de Souza Fidelis, de 30 anos, a família realizou o sepultamento dela, em Cuiabá, na última quarta-feira (5), cercado por familiares e amigos que ainda questionam as circunstâncias da morte e defendem que o caso seja novamente analisado.
Viviane foi encontrada morta em setembro de 2025, dentro do apartamento onde morava, no Residencial Acácia, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá, e desde então o corpo era preservado devido à investigação do caso.
Inicialmente, a morte foi registrada como suicídio.
No entanto, após questionamentos da família, passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) como morte a esclarecer. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, a investigação foi concluída sem elementos que comprovassem a participação de terceiros.
O inquérito apontou para a hipótese de suicídio e foi encaminhado ao Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).
Agora no g1 Para Sheyla Regina Barros de Souza, advogada e mãe de Viviane, porém, a conclusão não encerra as dúvidas.
Ela afirmou que precisou buscar documentos, questionar procedimentos e pressionar pela revisão da forma como a morte era tratada desde o início.
“Era para ser inicialmente investigada como feminicídio.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.