Futura: Lula é rejeitado por 49,7%; Flávio, por 45,3%
Nova pesquisa Futura divulgada nesta quinta-feira (17) aponta que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o candidato ao Palácio do Planalto mais rejeitado pelos eleitores brasileiros, com 49,7% dos entrevistados dizendo que não votariam no petista em nenhuma hipótese.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece logo atrás, com rejeição de 45,3% do eleitorado.
Como a pergunta permitia respostas múltiplas, os entrevistados podiam apontar mais de um candidato em quem não votariam “de jeito nenhum”.
Renan Santos (Missão) aparece com 16,6%, enquanto Romeu Zema (Novo), registra 15,9%.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) tem 12,5% e o escritor Augusto Cury (Avante), 12%.
Na sequência, Samara Martins (UP) soma 11,2% de rejeição, enquanto Rui Costa Pimenta (PCO), marca 10,6%.
Leia Mais Voto por rejeição define escolha de quase 25% do eleitorado, aponta Nexus Quaest: 44% temem mais reeleição de Lula; 42%, volta da família Bolsonaro Futura: 51,2% desaprovam presidente Lula; 45,4% aprovam Os outros quatro candidatos ao pleito que constavam na pesquisa tiveram o nome rejeitado por mais de 9% dos entrevistados.
São eles: Clariana Barão (DC), que aparece com 9,7%, Wilson Grassi (Democrata), com 9,6%; Edmislon Costa (PCB), registra 9,4%; e Hertz Dias (PSTU), tem 9,1%.
Dentre os entrevistados, 1,6% rejeitam todos os candidatos, enquanto 1,7% afirmam não rejeitar nenhuma das opções que concorrem à Presidência.
Outros 1,9% não responderam ou não souberam responder.
A pesquisa também apontou que o empresário Pablo Marçal (PRTB), que teve a sua candidatura rejeitada pelo TSE (Tribunal Superior eleitoral) , foi rejeitado por 16,9% — no momento do levantamento, o influenciador estava com o registro de sua candidatura sub judice.
Leonardo Avalanche (PRTB), que foi anunciado como substituto de Pablo pela legenda nesta terça-feira (15) , não teve seu nome considerado por este levantamento e, portanto, não aparece na relação dos rejeitados.
Metodologia: A Futura entrevistou 2.000 eleitores de todo o país com 16 anos ou mais, entre os dias 11 a 15 de setembro de 2026, por meio de entrevistas por telefone.
A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
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