A eterna condição de estudante
Durante muitos anos, o Brasil foi considerado um país jovem, com uma parcela significativa da população em idade produtiva.
Hoje, os dados do IBGE revelam um processo acelerado de envelhecimento populacional.
Cabe ao país, portanto, pensar em políticas para cuidar dos idosos, mas sem jamais diminuir a atenção dedicada à juventude.O jovem estudante de hoje será também aquele que cuidará dos idosos e ajudará a definir os rumos da nação.
Por isso, falar de juventude sem considerar crianças, adultos e idosos é um equívoco.
Precisamos construir uma sociedade que valorize a vitalidade e a inquietação dos jovens, sem desconsiderar a experiência acumulada pelas gerações que os antecederam.Escolho falar da juventude porque 11 de agosto marca o Dia do Estudante.
E ser estudante não é uma condição exclusiva dos jovens, embora eles sejam maioria nas escolas e universidades.
Pensar políticas para estudantes é, em grande medida, pensar políticas de juventude.Temos uma sociedade marcada pelo individualismo, pela virtualidade, pelas redes sociais e por profundas transformações nas relações humanas.
Neste cenário, é fundamental construir políticas públicas que assegurem aos jovens protagonismo, participação e espaços de convivência, diálogo e formação.Os estudantes estão nas escolas e universidades, mas também estão em nossas casas, nas ruas e nos territórios.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.