Para a Dotz, o poder de compra é a nova fidelidade
Dotz | Arte: Startups A Dotz projeta fechar 2026 com crescimento de três vezes em volume transacionado, volume processado em pagamentos e no número de lojas parceiras que usam seu produto de crédito no varejo.
O salto veio depois que a companhia, que tem 25 anos de mercado e é listada na bolsa brasileira, simplificou a jornada do produto e dispensou o uso de aplicativo — uma mudança que, segundo a empresa, destravou a expansão.
“A gente viu que o nosso produto, principalmente para varejo, vinha perdendo a proposta de valor ao longo dos anos”, diz Rafael Rapp, Diretor de Varejo da Dotz , em entrevista ao podcast MVP, apresentado por Gustavo Brigatto.
Por trás desse crescimento está o DotzPay, produto lançado no fim de 2024.
Funciona assim: no momento de pagar a compra no caixa do varejista parceiro, o consumidor recebe uma oferta de crédito ali mesmo, sem precisar baixar aplicativo, preencher cadastro ou esperar aprovação.
O que diferencia esse crédito de um cartão comum é a forma como o limite é calculado.
Em vez de olhar apenas o score do consumidor no mercado, a Dotz usa o histórico de compras daquele cliente especificamente naquele varejista.
Por exemplo, com que frequência ele vai à loja, qual o ticket médio, que tipo de produto costuma comprar.
Com esses dados, a empresa consegue aprovar mais crédito com menos risco.
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