Bancários de MG aderem ao ato nacional e param por 24 horas nesta 5ª
Belo Horizonte — Bancários de todo o país decidiram, na segunda-feira (17/8), fazer uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (20/8).
Em Minas Gerais, os trabalhadores também aderiram ao movimento.
A paralisação no estado foi aprovada pelos bancários em uma assembleia realizada na segunda-feira.
O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Belo Horizonte e Região, que conduz as negociações em Minas , divulgou um aviso informando sobre a decisão.
Segundo o sindicato, bancos públicos e privados foram comunicados sobre a paralisação, assim como os clientes e a população em geral.
O documento é assinado pelo presidente da entidade, Ramon Silva Rocha Peres.
Leia também Brasil Bancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta (20/8) Andreza Matais Bancários ameaçam fazer greve de 24 horas na quinta-feira O comunicado não informa quais agências terão o atendimento afetado nem detalha como funcionarão os serviços bancários durante a paralisação.
No entanto, dependendo da organização dos trabalhadores em cada unidade, o atendimento presencial pode ser reduzido ou suspenso em algumas delas.
Plano de carreira e aumento do piso salarial A paralisação ocorre durante a Campanha Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de 2026 e foi decidida após os bancários rejeitarem uma proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
O diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte , Matheus Fraiha, afirmou, por meio das redes sociais, que a última rodada de negociação com o Banco do Brasil terminou com alguns avanços, mas ainda sem respostas para as principais reivindicações.
“O banco apresentou alguns pontos relacionados à igualdade de oportunidades, abordando propostas para o enfrentamento à violência doméstica e para o encarregamento de mulheres e de pessoas não brancas.
São avanços importantes que serão analisados, mas precisamos deixar claro: isso não contempla as principais pautas que impactam diretamente a vida dos funcionários e funcionárias”, afirmou.
Segundo Fraiha, ainda não houve acordo sobre questões como plano de carreira, aumento do piso salarial, combate ao assédio e acúmulo de funções.
“Mais uma vez, o banco prometeu apresentar os retornos às nossas reivindicações na próxima semana.
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