Vice de Flávio ironiza Motta após Câmara negar escolta na campanha
O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), reagiu à decisão da Polícia Legislativa da Câmara de negar escolta ao parlamentar alagoano durante a campanha eleitoral.
Em conversa com a coluna na quinta-feira (20/8), Gaspar afirmou que não pretende recorrer ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para tentar reverter a decisão.
E ironizou o presidente da Casa .
“ Hugo Motta deve ter informações que não existe risco, daí fico tranquilo ”, afirmou Gaspar.
O vice de Flávio disse que não pretende pedir “por favor” para ter proteção durante a campanha.
Segundo ele, trata-se de uma questão institucional e, se a Polícia Legislativa decidiu negar a escolta, a decisão será respeitada.
“É uma questão institucional.
Se assim foi decidido, estou tranquilo.
Estarei nas ruas continuando meu combate ao crime organizado e à corrupção com minha coragem e a proteção de Deus”, disse.
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1 de 4 Alfredo Gaspar (PL-AL), vice de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 2 de 4 Motta tenta administrar impasses na Câmara a uma semana do recesso VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 3 de 4 PL aposta no fortalecimento das bancadas para ampliar espaço no Congresso em 2027 HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto 4 de 4 Alfredo Gaspar (PL-AL), vice de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto A negativa da Câmara Como revelou a coluna, Gaspar fez o pedido à Polícia Legislativa da Câmara alegando que precisava de escolta justamente em razão de sua candidatura a vice-presidente da República nas eleições de 2026.
Com o pedido, o deputado alagoano tentou seguir o exemplo do próprio Flávio, que recusou a segurança oferecida pela Polícia Federal (PF) e optou por ser protegido pela Polícia Legislativa do Senado na campanha.
No caso de Gaspar, o deputado não teria, em tese, direito à proteção da PF.
À coluna, a corporação informou que fornece proteção apenas aos cabeças das chapas à Presidência, sem incluir os vices.
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