Russell perde protagonismo e fecha 1º semestre da F1 2026 em baixa
Melhores ultrapassagens do 1º semestre da F1 2026; veja Poucas expressões populares da internet resumem tão bem uma maré de azar quanto "na minha vez, o Cristo Redentor fecha os braços".
E a frase poderia facilmente ilustrar o primeiro semestre de George Russell na F1 2026: favorito ao título após a pré-temporada, o britânico viu uma sequência de contratempos transformar uma campanha promissora em uma coleção de oportunidades perdidas.
Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google George Russell saiu irritado após abandonar o GP da Bélgica Christian Hartmann/Reuters O inglês acabou perdendo protagonismo dentro da Mercedes para o colega Andrea Kimi Antonelli, recém-chegado à equipe: o italiano, em sua segunda temporada na F1, agora lidera o campeonato de pilotos.
Não bastasse a perda de espaço para Antonelli, Russell ainda viu Lewis Hamilton aproveitar a ascensão da Ferrari para assumir a vice-liderança do campeonato.
Como Russell se credenciou a favorito Russell, assim como o próprio Antonelli, passou pelas categorias de base sob tutela da Mercedes.
Campeão da Fórmula 2 em 2018, foi promovido à Fórmula 1 no ano seguinte pela Williams, equipe com a qual estreou na categoria graças ao apoio da fabricante alemã.
O britânico chamou atenção ao substituir Lewis Hamilton no time durante o GP de Sakhir de 2020, quando o heptacampeão testou positivo para Covid-19: ele chegou em segundo lugar, perdendo a chance de brigar pela vitória por causa de um erro de pit stop da Mercedes e um pneu furado.
Outro resultado importante foi o seu primeiro pódio na F1, no controverso GP da Bélgica de 2021 - encerrado após apenas uma volta válida devido ao forte temporal no Circuito de Spa-Francorchamps.
Russell foi anunciado ainda naquele ano como substituto de Valtteri Bottas na Mercedes.
Piloto formado pela Academia da Mercedes, George Russell representou equipe no GP de Sakhir de 2020 F1 Os dois formaram uma dupla que representava o choque de gerações na F1.
Hamilton tinha 37 anos e já acumulava 15 temporadas na categoria desde sua estreia, em 2007.
Russell, por sua vez, chegava à Mercedes aos 24 anos, 13 anos mais jovem que o heptacampeão.
O caminho natural seria ver Hamilton com resultados melhores, assumindo a liderança dentro da equipe.
Mas a realidade não foi bem assim.
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