Eles saíram da OpenAI para criar a Anthropic; agora, podem virar bilionários
Sete ex-funcionários da OpenAI deixaram a empresa em 2021 para fundar a Anthropic , companhia responsável pelo chatbot Claude.
Cinco anos depois, a startup se prepara para possível abertura de capital, que pode avaliá-la em US$ 2 trilhões (cerca de R$ 10,8 trilhões) e se tornar a maior oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da história.
A saída dos fundadores da OpenAI foi motivada por divergências sobre como desenvolver inteligência artificial (IA) com segurança .
Desde então, o grupo construiu uma empresa que se tornou uma das principais concorrentes da antiga empregadora.
Entre os fundadores estão executivos responsáveis pela administração, pela pesquisa científica, pela infraestrutura computacional e pela análise dos riscos e do funcionamento dos sistemas de IA.
Segundo o The New York Times , uma eventual abertura de capital nessa escala poderia transformar os sete fundadores em bilionários.
O resultado, porém, dependerá da avaliação efetiva da empresa e da participação acionária de cada um.
Quem são os sete fundadores da Anthropic? Dario Amodei Dario Amodei é diretor-executivo da Anthropic – Imagem: Anthropic Aos 43 anos, Dario Amodei é o diretor-executivo da Anthropic.
Ele está no centro das discussões sobre segurança e controle da IA e, nos últimos anos, entrou em conflito com autoridades do governo dos Estados Unidos sobre o uso de IA em armas letais autônomas e sistemas de vigilância doméstica em larga escala.
Em setembro, Amodei defendeu desaceleração global do desenvolvimento da tecnologia.
Poucas semanas depois, participou de jantar privado com Donald Trump e de almoço na Casa Branca com outros líderes do setor.
Sua trajetória acadêmica começou com estudos de física no Instituto de Tecnologia da Califórnia, antes de concluir a graduação em Stanford.
Ele fez doutorado em biofísica e neurociência computacional em Princeton e, posteriormente, trabalhou com pesquisas voltadas ao diagnóstico e ao tratamento do câncer.
Em 2014, ingressou na empresa chinesa Baidu como pesquisador.
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