sexta-feira, 16 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Acordo amplia presença paulista no maior levantamento astronômico da história› Regeneração natural de florestas ajuda a conter o avanço de espécies invasoras› FAPESP participa de três novas chamadas internacionais do Horizon Europe› VÍDEO | Cápsula prolonga vida útil de fungo usado como bioinseticida› Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP seleciona alunos de mestrado e doutorado› Explorando o Universo a partir da sala de aula› Proteção radiológica com ênfase no uso, manuseio e preparo de fontes radioativas não seladas› Resultado da Quina 7143: Veja os números no sorteio acumulado em R$ 37 milhões› Fim da escala 6x1: quando entra em vigor a nova jornada de trabalho?› Senado aprova aumento do teto e perdão de dívidas para MEIs› Acordo amplia presença paulista no maior levantamento astronômico da história› Regeneração natural de florestas ajuda a conter o avanço de espécies invasoras› FAPESP participa de três novas chamadas internacionais do Horizon Europe› VÍDEO | Cápsula prolonga vida útil de fungo usado como bioinseticida› Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP seleciona alunos de mestrado e doutorado› Explorando o Universo a partir da sala de aula› Proteção radiológica com ênfase no uso, manuseio e preparo de fontes radioativas não seladas› Resultado da Quina 7143: Veja os números no sorteio acumulado em R$ 37 milhões› Fim da escala 6x1: quando entra em vigor a nova jornada de trabalho?› Senado aprova aumento do teto e perdão de dívidas para MEIs
Política

Marca de água sanitária tem venda proibida pela ANMAT

O Antagonista ·
Marca de água sanitária tem venda proibida pela ANMAT

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR A Agência Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica ( ANMAT ) , da Argentina , proibiu a fabricação, a venda e o uso de uma marca de água sanitária após identificar irregularidades nos registros sanitários do produto.

A restrição envolve a água sanitária 656 Profesional , concentrada a 60% . Segundo a agência reguladora argentina, havia dúvidas sobre a legitimidade do produto, o que levou à abertura de uma investigação para verificar sua procedência e regularidade sanitária.

Durante a apuração, as autoridades constataram que a produção não estava devidamente registrada. Além disso, não foi possível identificar um estabelecimento responsável pela fabricação, dificultando a verificação das condições em que o produto químico era produzido.

A principal razão foi a ausência dos registros necessários para comprovar a fabricação regular e permitir a fiscalização sanitária. Sem essas informações, a ANMAT não conseguiu confirmar a procedência do produto nem verificar se sua produção atendia às exigências aplicáveis.

A agência também tentou notificar a empresa que supostamente seria responsável pela marca, utilizando o endereço divulgado em suas redes sociais. No entanto, a comunicação não recebeu resposta, e a investigação avançou para a adoção de medidas restritivas.

A disposição 6539/2026 determina que a proibição seja aplicada em todo o território argentino. A decisão abrange diferentes etapas da cadeia comercial, incluindo os canais digitais.

A decisão argentina abrange seis atividades relacionadas à água sanitária 656 Profesional, concentrada a 60%.

A restrição foi adotada para impedir que o produto continue circulando sem a comprovação de sua regularidade sanitária.

A apuração apontou dois problemas centrais: a falta de inscrição regular da produção e a impossibilidade de identificar o estabelecimento responsável pela fabricação. Esses fatores impediram a confirmação da legitimidade do produto e das condições em que era elaborado.

Segundo a ANMAT, a medida tem como objetivo proteger possíveis compradores e usuários de um produto cujas condições de fabricação são desconhecidas. A agência ressaltou que produtos de limpeza de uso doméstico precisam cumprir as exigências de habilitação e registro para serem comercializados legalmente.

A decisão não significa, por si só, que tenha sido comprovada uma contaminação ou um dano específico à saúde. O fundamento divulgado pela autoridade foi a falta de registros que permitissem verificar a fabricação legítima e a fiscalização do produto.

A determinação reforça a importância de verificar a procedência e a regularidade sanitária de produtos químicos utilizados na limpeza doméstica, especialmente quando são vendidos pela internet.

Ler a notícia completa no O Antagonista ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.

Mais de O Antagonista

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›