Banco do Brasil, Equatorial, Cogna, Vale, GPA e mais ações para acompanhar hoje
O radar corporativo desta quinta-feira (13) tem como destaque os resultados de Banco do Brasil ( BBAS3 ), CSN ( CSNA3 ), MRV&Co ( MRVE3 ), Simpar ( SIMH3 ), Mater Dei ( MATD3 ), Equatorial ( EQTL3 ), Copasa ( CSMG3 ), Americanas ( AMER3 ), Hapvida ( HAPV3 ), Positivo ( POSI3 ), Azzas ( AZZA3 ), Qualicorp ( QUAL3 ), Eneva ( ENEV3 ), CVC ( CVCB3 ), Rede D’Or ( RDOR3 ), Suzano ( SUZB3 ), Ultrapar ( UGPA3 ), Cogna ( COGN3 ), Minerva ( BEEF3 ), SLC Agrícola ( SLCE3 ) e Sabesp ( SBSP3 ).
Já a Vale ( VALE3 ) adiantou projeto de complexo de cobre Salobo, no Pará.
Energisa ( ENGI11 ) conclui venda de 5 ativos à Taesa ( TAEE11 ) por R$ 1,6 bilhão.
Credores do GPA ( PCAR3 ) aprovam termos para novas debêntures após recuperação extrajudicial Confira mais destaques: Vale ( VALE3 ) A Vale informou que sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) decidiu avançar com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation, ou CPF) no Complexo de Cobre Salobo, no Pará.
Segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (12), o projeto entrou na fase de execução e a expectativa é que a operação tenha início no primeiro semestre de 2028, cerca de um ano antes do cronograma originalmente previsto.
A antecipação reflete ajustes no projeto e melhorias de execução que, segundo a companhia, também devem elevar os retornos esperados do investimento.
Energisa ( ENGI11 ) A Energisa ( ENGI11 ) concluiu a venda de ativos de transmissão à Taesa ( TAEE11 ) por R$ 1,638 bilhão, conforme fato relevante divulgado pela companhias na noite desta quarta-feira (12).
CSN ( CSNA3 ) A CSN ( CSNA3 ) registrou prejuízo líquido de R$ 773 milhões no segundo trimestre de 2026, aumentando as perdas em 494,6% ante os R$ 130 milhões apurados entre abril e junho de 2025.
Banco do Brasil ( BBAS3 ) O Banco do Brasil ( BBAS3 ) registrou lucro líquido de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 3,3% na comparação anual.
O banco também anunciou R$ 584,9 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) complementares referentes ao segundo trimestre.
MRV&Co ( MRVE3 ) A MRV&Co ( MRVE3 ) registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 626,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), uma redução de 22,7% na perda em relação ao mesmo período do ano anterior.
Simpar ( SIMH3 ) A Simpar ( SIMH3 ) reverteu o prejuízo e registrou lucro líquido ajustado de R$ 52 milhões no 2T26.
Mater Dei ( MATD3 ) A Mater Dei ( MATD3 ) registrou lucro líquido ajustado de R$ 45 milhões no segundo trimestre de 2026.
Equatorial ( EQTL3 ) A Equatorial ( EQTL3 ) registrou lucro líquido de R$ 110 milhões no 2T26, queda de 83,5% em relação ao mesmo período de 2025.
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