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Endividamento de risco cresce 75% em 5 anos e atinge 20,3 milhões de brasileiros, diz BC

G1 Economia ·
Endividamento de risco cresce 75% em 5 anos e atinge 20,3 milhões de brasileiros, diz BC

13º salário: aprenda a quitar dívidas e planejar as despesas de fim de ano Cerca de 20,3 milhões de brasileiros estavam em situação de endividamento de risco em junho de 2026, o equivalente a 17% das pessoas que têm dívidas no Sistema Financeiro Nacional (SFN).

O número representa um crescimento de 75% em cinco anos, segundo relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central (BC) divulgado na terça-feira (27). 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 🔍Comprar um produto parcelado, financiar um imóvel ou pagar uma compra no cartão de crédito são exemplos de situações que geram dívidas, onde entra a classificação de endividado.

Isso não significa, por si só, que a pessoa esteja com pagamentos atrasados ou tenha dificuldades financeiras, aí entraria a inadimplência.

Para classificar alguém como endividado de risco, o BC considera a combinação de pelo menos dois de quatro critérios, que incluem: Inadimplência superior a 90 dias.

Comprometimento de mais da metade da renda mensal com dívidas.

Renda restante abaixo da linha da pobreza após o pagamento dos débitos.

Uso simultâneo de cheque especial, crédito pessoal sem consignação e crédito rotativo.

Endividamento de risco segundo o BC g1 Famílias mais pobres comprometem maior parte da renda com dívidas ➡️ O peso das dívidas no orçamento é maior entre os brasileiros de baixa renda.

Para quem ganha até dois salários mínimos, o pagamento das dívidas compromete 42% da renda mensal.

Desse total, 15% da renda é destinada ao pagamento de dívidas do cartão de crédito.

Essa faixa reúne 61,2 milhões de tomadores de crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e concentra um perfil de endividamento mais associado a modalidades de crédito de alto custo, como cartão de crédito e empréstimos pessoais sem consignação.

Segundo o relatório do Banco Central (BC), a participação dessas modalidades cresceu de forma mais intensa entre os consumidores de menor renda.

Já entre as pessoas que ganham mais de dez salários mínimos, o comprometimento da renda com dívidas é de 18,6%.

Nesse grupo, que reúne 4,4 milhões de tomadores de crédito, uma parcela maior dos pagamentos está associada a financiamentos imobiliários e de veículos, geralmente ligados à aquisição de bens e com prazos mais longos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

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