Como americanos enfrentam a alta da inflação: 'Já fiz coisas insanas para sobreviver'
Kathryn Vaughn tem três empregos para poder sustentar a casa Kathryn Vaughn via BBC Neste segundo semestre, Kathryn Vaughn voltou ao trabalho em uma escola do ensino fundamental na zona rural do Estado americano do Tennessee com muito mais estresse sobre o próprio orçamento do que nos anos anteriores.
Vaughn tem 46 anos e, como muitos outros americanos, está fazendo malabarismos para prover sua família com o aumento dos custos de "tudo", segundo suas próprias palavras. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Ela trabalha em três empregos diferentes, incluindo como professora de artes em uma escola primária, para manter sua família de quatro pessoas frente à inflação que continua a subir nos Estados Unidos.
O índice de inflação de setembro no país superou as previsões.
Nos últimos 12 meses, os preços subiram em 3,7%, contra 3,4% nos 12 meses até agosto, segundo os números oficiais publicados na quarta-feira (14/10).
Agora no g1 Os altos preços da energia elevaram o custo de vida nos Estados Unidos.
Os preços do óleo diesel atingiram recordes de alta e o custo da gasolina também subiu.
Todos estes aumentos atingiram o bolso do cidadão comum americano.
Depois das aulas, Vaughn segue para seu segundo emprego como facilitadora em um programa para jovens em risco.
O filho de cinco anos pode acompanhá-la, o que reduz a necessidade e o custo da creche para a família Vaughn.
"Já fiz coisas incrivelmente insanas para sobreviver", ela conta.
"Fui modelo de mãos para uma joalheria local, vendo tudo o que fica por mais de 10 minutos na minha casa em sites de troca no Facebook e revendo roupas no ThredUp e no Poshmark [plataformas online]." Vaughn também escreve obituários para pessoas que morreram, para ganhar um dinheiro extra.
E tudo isso ainda não é suficiente para sustentar sua família.
Punal Bhavsar achava que 2026 seria o ano em que ele juntaria dinheiro suficiente para comprar uma casa.
"Pensei que as taxas de juros fossem cair e que conseguiria, então, comprar uma casa, mas não acho que isso seja provável de acontecer agora", conta.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.