Flávio come pastel e promete “arrumar a bagunça” de Lula
Em agenda em São Paulo, candidato do PL também defendeu programa de segurança alimentar e redução do endividamento das famílias
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) aproveitou uma passagem pelo Mercado Municipal de São Miguel, na Zona Leste de São Paulo, para reforçar as críticas ao governo do presidente Lula (PT) . Durante a agenda, o candidato parou para comer o tradicional pastel e afirmou que pretende “arrumar a bagunça” deixada pelo petista.
“A gente primeiro tem que arrumar a bagunça que o Lula fez. Gasta demais, aumenta os impostos, prejudica com a população para arrecadar mais. Está arrecadando como nunca e aumenta ainda mais a despesa. A consequência está aí: juros altos, inflação e comida cara” , afirmou.
Ao lado do prefeito Ricardo Nunes (MDB) , Flávio visitou o Armazém Solidário, programa da Prefeitura de São Paulo que oferece alimentos e produtos básicos com descontos de até 50% para famílias de baixa renda.
Segundo o candidato, a iniciativa será incorporada ao seu programa de governo e adaptada para outras regiões do país.
“É uma iniciativa muito legal, porque hoje em dia os preços das comidas, principalmente, e de itens de primeira necessidade, estão com valores estratosféricos. A inflação está bombando no governo Lula e está todo mundo endividado” , disse.
Flávio também afirmou que pretende combater o endividamento das famílias por meio de medidas de ajuste das contas públicas e redução dos juros.
“O projeto criado pelo Ricardo está no meu programa de governo. O governo federal é muito gastador, juros lá em cima. Puxa o endividamento de todas as famílias lá para cima. A gente vai resolver o problema de endividamento no Brasil, corrigindo as nossas contas, baixando os juros, para que as pessoas tenham uma possibilidade de pagar juros menores, em prazo maior para saírem desse sufoco que estão hoje” , afirmou.
Em outro momento, o candidato provocou Lula ao comentar o preço da carne.
“Aqui, com o Ricardo Nunes tem picanha; com o Lula não tem picanha” , declarou.
Durante a visita ao Armazém Solidário, a cliente Iraci Custódio do Nascimento Ferreira relatou dificuldades para equilibrar as despesas básicas.
“Está muito difícil porque precisamos escolher entre comprar comida ou remédio. Aqui ajuda porque pago mais barato. Precisa mudar” , disse.
Flávio também defendeu uma mudança na atuação da Caixa Econômica Federal em um eventual governo. Segundo ele, o banco público deverá ampliar a oferta de microcrédito para famílias de baixa renda.
“A gente vai ter a Caixa, que vai ser o Bradesco da periferia, porque as pessoas mais pobres precisam ter acesso ao microcrédito. Vai ser por intermédio da Caixa para ajudar com o microcrédito as pessoas que mais precisam e não têm capacidade de se endividar num banco privado porque o juro está muito alto” , afirmou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.