Morre macaco-prego que invadiu casas em condomínio em Salvador
Morreu o macaco-prego que invadiu, na última segunda-feira (5/10), um condomínio em Salvador (BA), bebeu álcool 70%, ingeriu uma cartela de medicamentos e feriu cinco pessoas.
O dono do animal, Marcell Moraes, ex-deputado estadual, anunciou a morte no Instagram nesta quinta-feira e levantou suspeitas de envenenamento.
O animal havia sido capturado por uma equipe da Companhia de Policiamento e Proteção Ambiental (Coppa), da Polícia Militar, e encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), onde recebeu atendimento.
Na publicação, Marcell afirmou que suspeita que o macaco tenha sido envenenado e cobrou uma investigação para esclarecer as circunstâncias da morte.
"Ele saiu daqui saudável e foi levado pela polícia depois de entrar na casa de vizinhos do Alphaville 2.
Agora meu filho está morto, e eu exijo uma perícia séria e independente", escreveu o ex-deputado.
Marcell também afirmou que pretende buscar a responsabilização de possíveis envolvidos na morte do macaco.
Segundo ele, a investigação deve esclarecer o que aconteceu com o macaco desde o contato com os moradores até o período em que esteve sob os cuidados do Cetas e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).
Leia também: Macaco-prego invade casas, bebe álcool e fere pessoas na Bahia Leia também: Urutau é resgatado pela polícia em residência na região de Taguatinga O macaco-prego foi capturado na segunda-feira (5/10), após invadir residências do condomínio Alphaville 2, em Salvador.
Durante as invasões, o animal quebrou um box de vidro, entrou em um quarto onde estava um bebê de apenas cinco dias de vida e feriu algumas pessoas.
Informações prestadas no local indicam que o animal teria ingerido bebida alcoólica, álcool 70% e uma cartela de medicamentos.
Os itens foram encontrados dentro de uma das residências invadidas, o que pode ter contribuído para a alteração de seu comportamento.
Diante da situação, os moradores acionaram a Companhia de Policiamento e Proteção Ambiental (Coppa), da Polícia Militar, que realizou a captura.
Na ocasião, a corporação informou que o macaco foi contido e imobilizado com os cuidados necessários para preservar a integridade física dele e garantir a segurança dos policiais e das pessoas presentes.
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