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Harry Styles sobre shows ao vivo: ‘Há algo em ficar ao lado de um estranho suado que não dá para substituir’

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Harry Styles sobre shows ao vivo: ‘Há algo em ficar ao lado de um estranho suado que não dá para substituir’

Harry Styles vive um dos maiores desafios da carreira solo: 30 noites consecutivas no Madison Square Garden , em Nova York , como parte da Together, Together Tour , turnê de divulgação do quarto álbum, Kiss All the Time.

Disco, Occasionally. (2026).

Foi nesse contexto que ele concedeu uma entrevista à W Magazine , em uma conversa que se concentrou menos no que acontece no palco e mais no que acontece quando ele desce dele.

Um dos trechos mais marcantes foi quando Styles comentou o que os shows ao vivo representam em um mundo pós-pandemia e cada vez mais mediado pela tecnologia: “Há algo em ficar ao lado de um estranho suado e trocar energia que você não consegue substituir por nada.

O desejo é pelo mais tangível, por pequenos pedaços de magia que simplesmente acontecem”, disse.

Para ele, as imperfeições são justamente o que torna uma experiência inesquecível.

“Um dia de chuva ruim ou meias molhadas enquanto você assiste a um show são os momentos que realmente ficam gravados na memória, em vez de um conteúdo criado com o propósito deliberado de ser apreciado e imediatamente esquecido”.

A pausa de três anos entre Harry’s House (2022) e o novo álbum foi um período de reflexão na vida pessoal do cantor.

Styles se mudou para uma pequena cidade italiana longe de paparazzi, foi a shows do LCD Soundsystem e a clubes como o Berghain , em Berlim , e percebeu que estava “regando um lado da vida” a que não vinha dando atenção.

O resultado aparece tanto na música — Kiss All the Time é mais eletrônico, mais influenciado por James Murphy e pela techno de Berlim do que pelo rock dos anos 1970 que marcava os primeiros discos — quanto na relação com o palco.

“A ideia de não fazer turnê é menos assustadora para mim.

Sentir que não é para sempre torna tudo mais especial”.

Styles também falou sobre os riscos da superexposição digital para o processo criativo.

“Existe um ciclo quando alguém faz algo que conecta com as pessoas”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.

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