Além dos acordes: conheça a história da Orquestra Filarmônica de Minas
Fundada em 2008, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação.
Conduzido por Fabio Mechetti , pelo diretor artístico e regente titular, o conjunto é composto por 90 músicos de todas as partes do Brasil, Europa, Ásia e das Américas.
Leia Mais Orquestra NEOJIBA anuncia turnê com concertos na Europa e Ásia COP30: Orquestra ensaia ópera sobre cultura indígena no Theatro da Paz Do canto à poesia visual: Maria Bethânia ganha mostra em Salvador Hoje, suas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, reunindo cinco séries de assinaturas, nas quais são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque do cenário orquestral.
Além disso, a Orquestra também traz à cidade uma agenda gratuita, composta por: Concertos para a Juventude, Filarmônica na Praça, os Concertos de Câmara e os concertos de encerramento do Festival Tinta Fresca e do Laboratório de Regência.
Já para as crianças e adolescentes, a Filarmônica dedica os Concertos Didáticos, em que mostra os primeiros passos para apreciar a música de concerto.
Sala Minas Gerais completou 10 anos em 2025 Inaugurada em fevereiro de 2015, a Sala Minas Gerais, sede da Filarmônica, completou uma década no último ano, sendo uma referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico.
Considerada uma das principais salas de concertos da América Latina, recebe anualmente um público médio de 100 mil pessoas.
A Filarmônica de Minas Gerais é uma das iniciativas culturais mais bem-sucedidas do país.
Juntas, Sala Minas Gerais e Filarmônica vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.
Conheça Fabio Mechetti, diretor artístico e regente titular da Filarmônica de Minas Gerais Desde 2008, Fabio Mechetti é diretor artístico e regente titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo o responsável pela implementação de um dos projetos mais bem-sucedidos no cenário musical brasileiro.
Dono de uma carreira sólida nos Estados Unidos, ele esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville por 14 anos, tendo recebido o título de Regente Titular Emérito.
Foi também regente titular das orquestras sinfônicas de Syracuse, de 1992 a 1999, e de Spokane, entre 1993 e 2004, nesta última atuando como regente laureado.
Em 2014, tornou-se o primeiro maestro brasileiro a assumir a Regência Titular de uma orquestra asiática, ao aceitar o convite da Orquestra Filarmônica da Malásia, onde permaneceu por dois anos.
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