Caso Rojo: documento do tribunal não elimina risco de punição a Estudiantes
O blog teve acesso a uma página do documento emitido pelo Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) que deixa margem de dúvida sobre as possíveis consequências da escalação de Marcos Rojo pelo Estudiantes contra o Flamengo. Embora tenha autorizado provisoriamente o jogador a disputar a Libertadores a partir de 22 de outubro, o tribunal rejeitou um pedido que protegeria o clube argentino e o atleta de eventuais penalidades decorrentes dessa participação.
Além da liberação para jogar, o Estudiantes e Rojo solicitaram que a Conmebol fosse impedida de usar a atuação amparada pela medida provisória como fundamento para uma sanção esportiva ou disciplinar. Obtiveram a autorização, mas não essa proteção adicional. É essa negativa que explica o acolhimento apenas parcial da solicitação, informado anteriormente pelo TAS ao blog.
O documento também ressalva que rejeitar essa proteção não significa reconhecer o cabimento de uma futura punição. O TAS considerou prematuro decidir sobre uma sanção que ainda não havia ocorrido e poderia nem ocorrer. Portanto, a página não determina perda da partida ou eliminação do Estudiantes, mas tampouco resolve quais seriam as consequências de uma sentença contrária à elegibilidade de Rojo.
Diante desse trecho, o blog perguntou novamente ao TAS se uma decisão final desfavorável poderia levar ao reconhecimento de participação irregular e à declaração do Estudiantes como perdedor do confronto, conforme as regras da competição. O tribunal respondeu que não pode comentar publicamente possíveis desfechos de um processo.
Novo questionamento foi feito, ainda sem resposta por parte do TAS, possivelmente devido ao fuso horário já estão sediados na Suíça. Em sua resposta anterior, o TAS informou que a audiência ainda não havia sido marcada.
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