Funcionário que morreu em assalto a joalheria que deixou quatro mortos tinha acabado de ganhar carro do patrão, diz irmã
Suspeito de participação em assalto de joalheria continua preso O funcionário que morreu em um assalto a uma joalheria em Goiânia que deixou quatro mortos tinha acabado de ganhar um carro de seu patrão, segundo a irmã.
Ao g1, disse que o irmão estava muito feliz com a conquista e tinha plano de passar o Natal e o Ano Novo com a família.
Renato da Silva Costa era natural do Pará, deixa duas filhas e a esposa.
O crime aconteceu no final da tarde desta terça-feira (17), no setor Campinas.
Um casal anunciou um assalto à loja e mandou que os funcionários ficassem junto à parede.
Renato tentou pegar a arma dos assaltantes, atirou contra eles, mas foi atingido.
Ele foi socorrido, mas morreu no hospital. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Ao g1, a irmã de Renato disse que ele era esforçado, trabalhador, alegre e brincalhão.
Segundo ela, o irmão tinha ganhado um carro do patrão há poucos dias.
"Ele e o patrão dele eram como irmãos pai e filho ele tinha acabado de ganhar o carro do patrão dele estava tão feliz", disse ela.
Segundo ela, Renato e o patrão tinham uma boa relação e eram como irmãos.
O corpo deve ser levado para Tucuruí, no Pará, onde será velado.
Funcionário que morreu em assalto tinha acabado de realizar sonho de comprar carro, diz irmã Reprodução/TV Anhanguera LEIA TAMBÉM: Assalto a joalheria termina com quatro mortos em Goiânia VÍDEO: Após empresário postar foto com relógio de luxo, grupo viaja de São Paulo a Goiás para roubar itens de luxo, diz PM Com mãe e avô amarrados, crianças assistem a ameaças durante assalto na casa em que moram, em Goiânia Assalto No decorrer do assalto, funcionários conseguiram tomar a arma usava pelos suspeitos e atiraram contra eles, que morreram no local.
Um outro suspeito de envolvimento no assalto e conseguiu fugir, mas foi encontrado e morreu durante o confronto, segundo a Polícia Militar.
Assalto a joalheria em Goiânia termina em mortes Reprodução/TV Anhanguera A polícia prendeu o motorista de aplicativo que disse ter sido contratado por R$ 70 mil para dirigir e se passar por refém do casal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.