Veja quando Bolsa Família será pago com novo reajuste
O reajuste de 15% nos valores pagos pelo Bolsa Família , anunciado hoje pelo governo federal, será pago a partir de 19 de outubro, a menos de uma semana do segundo turno das eleições presidenciais.
O pagamento do benefício com aumento começa a menos de uma semana das eleições. O segundo turno do pleito presidencial está marcado para o dia 25 de outubro de 2026, e os pagamentos com aumento terão início em 19 de outubro, seguindo o cronograma tradicional do benefício.
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Os depósitos do Bolsa Família são organizados conforme o dígito final do NIS (Número de Identificação Social). A liberação ocorre sempre nos últimos dez dias úteis de cada mês, seguindo a ordem crescente do número.
Em setembro, os pagamentos ainda seguem a tabela de valores antigos. O calendário deste mês começa em 17 de setembro para quem tem NIS final 1 e prossegue nos dias 18 (NIS 2), 21 (NIS 3), 22 (NIS 4), 23 (NIS 5), 24 (NIS 6), 25 (NIS 7), 28 (NIS 8), 29 (NIS 9) até acabar em 30 de setembro (NIS 0).
Em outubro, os beneficiários já recebem as parcelas com o reajuste. Os depósitos do mês começam em 19 de outubro para NIS final 1, passando para 20 (NIS 2), 21 (NIS 3), 22 (NIS 4), 23 (NIS 5), 26 (NIS 6), 27 (NIS 7), 28 (NIS 8), 29 (NIS 9) e finalizando em 30 de outubro (NIS 0).
O valor base pago por integrante da família sobe de R$ 142 para R$ 164. Trata-se do BRC (Benefício de Renda de Cidadania), que é destinado a cada pessoa de todas as famílias atendidas pelo programa.
O piso mínimo garantido para cada família passa a ser de R$ 691. O BCO (Benefício Complementar) é calculado para cobrir a diferença se a soma dos valores por integrante não alcançar esse novo patamar mínimo, que antes era de R$ 600.
O auxílio extra para crianças de zero a sete anos incompletos foi reajustado para R$ 173. O BPI (Benefício Primeira Infância) pagava anteriormente um adicional de R$ 150 por criança elegível da casa.
O adicional para gestantes, lactantes e jovens de 7 a 18 anos incompletos sobe de R$ 50 para R$ 58. Esse repasse é feito por meio do BVF (Benefício Variável Familiar) para cada integrante nessas condições.
Podem participar famílias cadastradas com renda mensal por pessoa de até R$ 218. Esse cálculo de renda equivale a somar todos os ganhos da casa e dividir pelo total de moradores, além de exigir que o grupo cumpra regras de saúde e educação.
O governo esclarece que a inclusão de novos beneficiários não ocorre de forma automática. O ingresso depende de uma análise contínua do orçamento federal disponível para o programa a cada mês.
O reajuste do programa deve gerar um impacto de R$ 5,8 bilhões neste ano. De acordo com as projeções do ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, o custo extra nas contas públicas deve alcançar R$ 22 bilhões ao longo de 2027 .
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.