Aos 27 anos, passei de menina bronzeada e feliz a paciente oncológica
Sempre fui do tipo de pessoa que não para .
Trabalho há anos como técnica de enfermagem em maternidades, um ambiente que me ensinou a cuidar dos outros desde mais nova.
Sou independente e curiosa – do tipo que pesquisa tudo antes de qualquer decisão.
Gosto de praia, de amigos e de viajar.
Hoje, com 27 anos, dou ainda mais valor a essas coisas depois de tudo o que vivi .
Tudo começou durante uma viagem de férias pelo Ceará.
Na época, eu estava afastada do trabalho por causa de um ceratocone , uma condição que afeta a córnea, e aguardava um transplante.
Como sempre tive uma rotina muito corrida em São Paulo e nunca fui de me entregar ao baixo astral , decidi aproveitar aquela pausa para viajar, passear, ir à praia e relaxar.
Estava feliz por finalmente ter esse tempo para mim, sem imaginar que, durante aquela viagem, minha vida estava prestes a mudar completamente.
Continua após a publicidade Estava tudo indo bem, eu conheci lugares lindos, tomava sol e aproveitava as praias, mas uma tosse persistente começou a me incomodar.
Não parecia ser algo sério, mas, com o não melhorava e vinha acompanhada de dores pelo corpo, resolvi procurar um pronto-socorro.
Ao final da consulta, ouvi do médico que era uma gripe e que as dores musculares eram normais.
Eu acreditei .
Quando voltei para casa, minha mãe foi a primeira a notar que meu pescoço estava muito inchado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em saude.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja Saúde.