Brasil deve usar metais críticos para se reposicionar, diz livro
O Brasil tem no máximo 10 anos para se reposicionar nas relações internacionais dizem Robert Laird e Kenneth Maxwell.
Eles afirmam que o país precisa mudar a condição atual de fornecedor de commodities agrícolas e minerais para a China, Laird e Maxwell são autores do livro “ O Brasil, a Austrália e a China no Mundo em Evolução ”, publicado em 2026.
Laird é analista na área de defesa nos EUA.
Maxwell, historiador britânico, é um dos maiores especialistas internacionais em temas brasileiros.
“ O Brasil caiu naquilo a que chamamos de armadilha das potências médias ”, diz o livro, traduzido em português europeu.
Na avaliação dos autores, o país é excessivamente dependente do comércio com a China.
A Austrália, diferentemente do Brasil, consegue ser menos dependente da China e ter mais autonomia nas relaç ões internacionais.
Os autores citam a participação do Brasil no Brics como exemplo dessa dependência.
O grupo foi formado originalmente por Brasil, Rússia, Índia e China.
A África do Sul aderiu posteriormente.
É usado, na avaliação de Laird e Maxwell, para endossar a “ agenda geopolítica da China ”.
O livro diz que o governo de Donald Trump (Partido Republicano), ao elevar tarifas de importação em 2025, aumentou a relação comercial do Brasil com a China.
Cita reportagem do Poder360 sobre a ampliação do comércio com a China e a União Europeia em fevereiro de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
Na avaliação dos autores, o Brasil deve buscar relações com outros países usando como vantagem suas reservas de nióbio e terras raras.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.