Boom de data centers cria novo mercado lucrativo para advogados nos EUA
Jason Morris passou anos ajudando incorporadores de imóveis residenciais, comerciais e industriais a cortar a burocracia e superar a resistência de moradores na região de Phoenix.
Ocasionalmente, o advogado especializado em uso do solo assessorava construtores de data centers.
Os projetos de data centers eram aprovações garantidas.
As cidades os recebiam bem porque se assemelhavam a edifícios de escritórios e não geravam muito tráfego.
A região de Phoenix se tornou um polo de data centers que impulsiona o boom da inteligência artificial.
Então veio a reação contrária — e a hora de chamar os advogados .
Mercado de petróleo pode sobreviver a uma guerra infinita no Irã? Entenda BRB comprou R$ 4 bi em ativos podres do Master mesmo após alerta do BC Trump afirma que acordo comercial com Canadá pode ser fechado "em breve" Morris agora dedica cerca de 70% do seu tempo a projetos de data centers.
Antes, eram 10%.
Parece impossível escapar da disputa em torno dos data centers nos Estados Unidos.
O tema domina os feeds do Facebook , as reuniões das câmaras municipais e os anúncios das eleições de meio de mandato.
A construção de data centers está sustentando a economia e absorvendo trilhões em investimentos.
Os data centers também criaram uma nova e lucrativa área de atuação para os advogados.
De um lado, advogados de defesa coletiva trabalham com comunidades locais e grupos de advocacy para criar obstáculos jurídicos que atrasem o desenvolvimento.
Mais de 300 jurisdições em 44 estados já adotaram moratórias contra data centers.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.