Por reaproximação com Lula, Alcolumbre atuou pela neutralidade da federação União-PP em estados-chave
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) Ricardo Stuckert / PR Antes do encontro que selou, na última semana, a retomada das relações entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o senador ajudou a construir a neutralidade da federação União Brasil-Progressistas (PP) tanto no cenário nacional quanto em estados-chave.
A atuação de Alcolumbre também foi decisiva para afastar partidos do centrão em importantes colégios eleitorais do PL de Flávio Bolsonaro.
A articulação do presidente do Senado pode ajudar a enfraquer palanques que dificultavam a posição eleitoral de Lula.
Um novo encontro entre os dois deve ocorrer nos próximos dias.
No Rio de Janeiro, por exemplo, reduto eleitoral da família Bolsonaro.
A posição neutra era importante para Eduardo Paes (PSD), que disputa o governo do estado, mas também para Lula, por enfraquecer o palanque de Flávio Bolsonaro.
A neutralidade veio depois de uma longa reunião entre integrantes da campanha de Paes, o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, Alcolumbre, que participou por telefone, e nomes fortes do PP.
Em Minas, a federação União Brasil-PP optou por apoiar o atual governador, Mateus Simões (PSD) e deixar o PL de Flávio Bolsonaro sozinho.
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