UFC BJJ 10: Jonnatas Gracie explica "sobrenome" e se diz confiante para luta principal
Giro Combate: Redação sportv recebe Ana Hissa para falar do mundo da luta Se o peso de um sobrenome histórico do esporte brasileiro fizer diferença, Jonnatas Gracie tem motivos de sobra para acreditar na conquista do cinturão do peso meio-médio do UFC BJJ nesta quinta-feira.
Apesar de se tratar de um apelido, o lutador carrega a alcunha de "Gracie" com orgulho.
A origem está no pai, fã da família que alçou o mundo das lutas a um patamar de destaque no Brasil.
Campeão de boxe lamenta morte de atriz ex-esposa Makhachev aponta Carlos Prates como possível desafiante Shogun apresenta nova especialidade: "Minha terapia" — O meu pai, ele é muito fã de luta, entende? Então, ele tinha DVDs do Royce Grace.
Pelo que eu sei, ele tinha um amigo no exército que desafiou a botar o nome do filho de Gracie.
Ele colocou, e engraçado que coincidiu, né? Fui pro esporte, jiu-jítsu...
Abriu as vertentes ali pra sobreviver do esporte — explica.
Jonnatas Gracie no Media Day do UFC BJJ 10 Reprodução/@jonnatas_gracie Atualmente, Jonnatas mora na Califórnia, nos Estados Unidos.
Em entrevista ao Combate, ele fez um balanço da carreira, desde a mudança do Brasil até o momento recente, quando trocou a Atos, academia de jiu-jítsu liderada por André Galvão com base em San Diego, pela AOJ, com o professor Guilherme Mendes. — Aqui, perto da minha casa, tem uma escola de Wrestling a sete minutos daqui.
São uma molecada de 17 a 21 anos.
Se eu chegar lá e quiser treinar, vão deixar.
No Brasil não tem isso.
Então, se vou lutar contra um cara bom de Wrestling, vou ali naquela escola aprender algumas técnicas.
A diferença da Atos pra academia do Guilherme acho que é a metodologia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.