quarta-feira, 28 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Após se declarar 'verdadeiro presidente do Brasil', Flávio muda carta e se diz 'líder do Brasil'; siga› Ondas de calor e poluição aumentam risco de AVC em idosos, constata estudo› FAPESP Week destaca aumento da colaboração científica entre Brasil e Países Baixos nos últimos anos› FAPESP e NWO renovam acordo e projetam expansão da cooperação científica› TV Cultura estreia série que aproxima a ciência do público› Em 1996, dirigente da National Science Foundation (NSF) destacou o modelo de financiamento da FAPESP› UFSCar e Unesp oferecem mestrado conjunto em ciências fisiológicas› Cinema Científico do Instituto Principia: Além da Morte› Festa Literária e Cultural da Unicamp› Mãe de réu culpa Porsche por falha antes de batida com morte de motorista› Após se declarar 'verdadeiro presidente do Brasil', Flávio muda carta e se diz 'líder do Brasil'; siga› Ondas de calor e poluição aumentam risco de AVC em idosos, constata estudo› FAPESP Week destaca aumento da colaboração científica entre Brasil e Países Baixos nos últimos anos› FAPESP e NWO renovam acordo e projetam expansão da cooperação científica› TV Cultura estreia série que aproxima a ciência do público› Em 1996, dirigente da National Science Foundation (NSF) destacou o modelo de financiamento da FAPESP› UFSCar e Unesp oferecem mestrado conjunto em ciências fisiológicas› Cinema Científico do Instituto Principia: Além da Morte› Festa Literária e Cultural da Unicamp› Mãe de réu culpa Porsche por falha antes de batida com morte de motorista
Últimas

Milhões de pessoas usam antidepressivos, mas ainda não entendemos como eles funcionam

UOL Notícias ·
Milhões de pessoas usam antidepressivos, mas ainda não entendemos como eles funcionam

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Ultimamente, o debate público sobre os antidepressivos tem se concentrado sobretudo em se é aconselhável parar de tomá-los e em como fazer isso.

O secretário da Saúde dos Estados Unidos , Robert F. Kennedy Jr., tornou a desprescrição —ou seja, a redução gradual e supervisionada do uso de medicamentos— um dos focos de sua política. Kennedy e outros críticos dos antidepressivos afirmam que esses medicamentos são prescritos em excesso e têm efeitos colaterais perigosos.

A comunidade médica, no entanto, os considera tratamentos eficazes e necessários para pessoas com uma ampla gama de transtornos mentais, entre eles depressão , ansiedade e TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) .

Mas, por trás desse debate, há uma questão mais fundamental que a ciência ainda não conseguiu responder de forma conclusiva: como, exatamente, os antidepressivos funcionam?

Mas, pelo menos desde o início dos anos 2000 —se não antes—, as evidências de pesquisas deixam claro que não é assim que os antidepressivos funcionam. Os médicos prescrevem esses medicamentos porque décadas de estudos e relatos de pacientes mostram que eles podem aliviar problemas de saúde mental . Mas médicos e cientistas não compreendem claramente como eles fazem isso. Pode parecer surpreendente, mas o mesmo ocorre com muitos outros tipos de medicamento, como o paracetamol e os anestésicos gerais.

Ainda assim, entender como os antidepressivos funcionam é importante não apenas para informar o público, mas também para fazer avançar a pesquisa científica —sobre por que esses medicamentos não são eficazes para todos e como desenvolver mais tratamentos.

Hoje, os cientistas trabalham com várias explicações promissoras. Nenhuma hipótese é uma verdade científica estabelecida, e algumas podem ser refutadas amanhã. Mas, em conjunto, elas representam o entendimento mais sólido de que a medicina dispõe atualmente.

Comecemos pelo fundo de verdade da história do desequilíbrio químico. Antidepressivos como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina, amplamente conhecidos pela sigla ISRS, entre outros, de fato aumentam os níveis de certas substâncias químicas cerebrais chamadas neurotransmissores. Mas, até onde sabemos, eles não corrigem uma deficiência química. Em vez disso, seus efeitos benéficos parecem decorrer de uma cascata de mudanças que eles desencadeiam nas células nervosas, alterando em seguida a atividade dos circuitos cerebrais e os padrões de pensamento.

A depressão e a ansiedade parecem envolver uma mudança na maneira como a pessoa processa informações emocionalmente relevantes. Expressões faciais neutras passam a transmitir um ar mais crítico e de desaprovação. Memórias negativas vêm à mente com mais facilidade do que as positivas. As recompensas parecem menos intensas, enquanto as críticas são sentidas como excessivamente dolorosas.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›