MPPR bloqueia até R$ 1,6 milhão e cumpre nove mandados contra ONG de proteção animal em Campo Largo
O Ministério Público do Paraná (MPPR) deflagrou, nesta quinta-feira (17), a Operação Resgate para apurar possíveis crimes envolvendo dirigentes de uma organização não governamental (ONG) voltada à causa animal em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
Operação Resgate apura crimes em ONG de proteção animal em Campo Largo.
Foto ilustrativa: Pexels A ação foi conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça de Campo Largo, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
As investigações apuram crimes de organização criminosa, peculato-desvio, lavagem de dinheiro e crimes contra a economia popular.
Resgate emocionante: equipes abrem rua para salvar uma filhote presa em tubulação no Paraná; veja vídeo Durante a operação, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em endereços ligados à ONG nas cidades de Campo Largo e Curitiba.
Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores de até R$ 1,6 milhão.
O Juízo das Garantias da Vara Criminal da comarca também determinou a suspensão imediata das atividades de captação de recursos por meio de sorteios, bingos ou rifas realizadas pela entidade.
Tutor é preso por maus-tratos após cachorro ser encontrado extremamente magro e infestado de carrapatos Investigação aponta suposto desvio de recursos de ONG de proteção animal de Campo Largo De acordo com o Ministério Público, a ONG atua no resgate de animais em situação de maus-tratos e recebe recursos por meio de doações de particulares, além da realização de sorteios, rifas e bingos.
As investigações apontam que a diretoria e o conselho fiscal da entidade teriam sido ocupados por integrantes de um mesmo núcleo familiar .
Segundo o que foi apurado, os dirigentes teriam desviado sistematicamente parte dos recursos arrecadados.
Ciclista usa a própria roupa para salvar 4 gatinhos abandonados na estrada: “Ela só tinha uma blusa e um coração bom” Os levantamentos estimam que aproximadamente R$ 1,6 milhão tenha sido depositado e retido diretamente em contas pessoais da diretora executiva.
Além disso, os investigadores identificaram, em tese, uma intensa confusão patrimonial .
Conforme o MPPR, recursos da ONG teriam sido utilizados para o pagamento de despesas pessoais.
MP apura lavagem de dinheiro e possíveis fraudes na ONG de proteção animal de Campo Largo A investigação também identificou, na teoria, movimentações que podem caracterizar lavagem de capitais .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.